Canais
EVENTOS
04/09/2007
Bahia receberá dois charters da Itália até o final do ano
A Bahia ganhará  mais dois vôos charters, desta vez, oriundos da Itália. A decisão foi comunicada pelo gerente Geral da operadora Prima Classe, Pierluigi Doro, a Emília Salvador Silva, presidente ência da Bahiatursa, no último final de semana. Desta forma, sobe para 14 o número de charters que vão operar com freqüência semanal em Salvador. Em janeiro de 2007 a Bahia contabilizava 11 vôos charters.   Segundo Pierluigi os vôos foram fechados com a empresa aérea Volare, pertencente ao grupo Alitalia. O primeiro dos novos vôos terá inicio em 18 de outubro, e vai até o dia 20 de dezembro deste ano, com freqüência, sempre às quintas-feiras, fazendo o trecho Milão-Salvador-Natal-Milão. Será um vôo Boeing 767/300, específico para atender à demanda da alta estação, com 258 assentos.  O outro vôo, também, negociado com Volare, será operado por um Boeing 767/300, também com 258 assentos e fará linha direta Milão-Salvador-Milão, a partir de 20 de dezembro até o final de 2008, com freqüência semanal, sempre aos domingos, com possibilidade de se tornar um vôo regular.
04/09/2007
ABIH disponibiliza Manual de Conduta Hoteleira no site
A ABIH Nacional disponibiliza no seu site oficial (www.abih.com.br) para consulta e sugestões, o Manual da Conduta Hoteleira. O material foi idealizado pela entidade e pelo Ministério do Turismo com o objetivo de orientar os gestores dos meios de hospedagem no trato com seu público interno (clientes, funcionários), público externo (fornecedores, concorrentes e comunidade), governo, organizações não governamentais e outros. A expectativa da ABIH é estabelecer uma possível padronização de procedimentos e posturas a serem desenvolvidos nos empreendimentos associados, tendo em vista o alcance de formas éticas e eficientes de gestão na hotelaria, além do combate à exploração comercial sexual de crianças e adolescentes nos equipamentos turísticos em todo território nacional. O Manual da Conduta Hoteleira está dividido em macrotemas, que contemplam os diversos temas relacionados a situações especiais e pontuais que ocorrem dia-a-dia dos meios de hospedagem: responsabilidade civil, situações especiais com hóspedes, responsabilidade trabalhista, segurança alimentar e higiene, meio ambiente, comunicação, segurança, pessoas com deficiência e idosos e combate à exploração sexual de crianças e adolescentes. Cada um deles traz uma introdução ao tema, seguido de um caso que pode servir de ponto de partida para uma reflexão sobre o assunto. Em seguida são respondidas as principais dúvidas e feitas possíveis recomendações.
04/09/2007
Trend Operadora lança Diretório de Resorts Nacionais
A Trend Operadora fará o lançamento oficial do Diretório de Resorts Nacionais no próximo dia 14 de setembro, em evento no Hotel Transamérica, em São Paulo, a partir das 20 horas. A publicação reúne, em 44 páginas, tarifas e informações de 72 empreendimentos e 57 bandeiras. Para orientar as vendas dos agentes de viagens, a operadora apresentará como referência um pacote do Transamérica Ilha de Comandatuba, na Bahia. São esperadas aproximadamente 700 profissionais do setor para o lançamento, que contará com coquetel, jantar e show dançante. Além do Diretório, será apresentado também o Last Minute - Central do Carro, sistema de reservas on-line muito utilizado na Europa e EUA. A ferramenta, disponível desde maio para o mercado hoteleiro, incrementará agora o mercado de locação de automóveis, com tarifas especialmente negociadas. Serviçowww.lastminutetrend.com.br
04/09/2007
Recife agita capital paulista com lançamento do Carnaval 2008
O Carnaval Multicultural do Recife desembarcou em terras paulistanas na última terça-feira, 28, reunindo mais de duas mil pessoas no  Citibank Hall, que assistiram aos shows de Lenine e da Orquestra Popular de Recife com os cantores Claudionor Germano, Nonô Germano, Silvério Pessoa e China. O evento, organizado pela Prefeitura do Recife, mostrou ao público o autêntico carnaval recifense. O prefeito João Paulo foi o anfitrião da festa, acompanhado pelos secretários Lygia Falcão (Gestão Estratégica e Comunicação), Samuel Oliveira (Turismo) e João Roberto Peixe (Cultura). É o quarto ano que a Prefeitura promove o evento em São Paulo. A ação faz parte do projeto de promoção do Carnaval do Recife para fomentar a cultura e o turismo da cidade. "As ações têm que ser duradouras e não só por um ano para garantir informação a todos", afirmou o prefeito João Paulo.
04/09/2007
GAS Festival recebe mais de dez mil pessoas na Chácara do Jockey
A primeira edição do Gas Festival, evento proprietário da marca do Guaraná Antarctica, produzido pela BFerraz, que aconteceu neste sábado, dia 1º de setembro, atraiu 10.500 jovens que acompanharam 12 horas de manobras radicais, shows com as principais bandas do pop-rock atual, além de conferirem de perto os ícones da arte de rua como o trabalho do grafiteiro Binho, exposições fotográficas e tatoo, entre outros.  No evento, que destacou a cultura “street” brasileira, o público foi protagonista das filmagens do longa “Vida Sobre Rodas”, primeiro documentário brasileiro sobre o skate, que contará a história dos últimos 20 anos do esporte a partir da trajetória dos quatro maiores skatistas do cenário atual: Bob Burnquist, Sandro Dias, Lincoln Ueda e Cristiano Matheus.  O GAS Festival também foi uma vitrine de novos talentos. Vinte bandas vencedoras do concurso “Dá um Gás na sua Banda”, que registrou quase duas mil inscrições de todo o país, se apresentaram nos quatro palcos espalhados pela Chácara do Jockey, cuja vencedora foi  a banda Voltz, de São José dos Campos, que além de se apresentar para mais de dez mil pessoas, saiu do festival com um contrato assinado com a Som Livre.   Ainda em relação às apresentações musicais, os destaques foram para os shows do NXZero, Hateen, Marcelo D2 e Detonautas, que se apresentaram no palco principal do evento. Além dessas bandas, também tocaram no festival Strike, Fresno e Forgotten Boys. Entre as outras personalidades do mundo "street" que estavam no Gas destacam-se os skatistas como Bob Burnquist, Sandro Dias, Cristiano Matheus e Lincoln Ueda. Fabíola da Silva, considerada a melhor atleta mundial de inline; Binho Ribeiro, ícone do grafite no mundo; Dani Monteiro, Paulinho, Taroba, Xis e Nelson do Triunfo e vários MCs também foram escalados . Dani Monteiro, Paulinho, Taroba, Xis e Nelson do Triunfo foram escalados para esta função. De acordo com Adrianne Elias, gerente de marketing de refrigerantes e não-alcoólicos da AmBev, o evento teve o objetivo aproximar ainda mais a marca do jovem, trazendo três pilares importantes para esta geração: música, esporte de ação e atitude street, reunidos em um formato único, autêntico e original, características que estão no DNA da marca. “Quem for ao evento terá oportunidade de assistir a shows de bandas consagradas, novos talentos, e ainda a apresentações inéditas dos maiores esportistas do mundo e artistas de rua”.
04/09/2007
Resorts Brasil lança campanha de incentivo para agentes
A Associação Brasileira de Resorts realizou nesta quinta-feira, 30, em São Paulo, o lançamento de sua campanha de incentivo para agentes de viagens intitulada “QUIZ – Redescobrindo os Resorts do Brasil”, apresentada por Ricardo Domingues, diretor executivo da associação. A campanha, inédita no país, será via internet e visa elucidar para os agentes de viagens o conceito de resort, assim como capacita-los a vender os mais de 43 estabelecimentos associados à Resorts Brasil. “Nossa meta com essa ação é atingir 80% dos agentes de viagens do Brasil. Vamos passar para eles não somente informações sobre nossos associados, mas também, dados culturais e históricos sobre os destinos em que os resorts se encontram”, explica o diretor. O quis será divido em três etapas, primeiramente na Região Sul, seguido das Regiões Sudeste e Centro-Oeste, e por último, os da Região Nordeste. Semanalmente a Resorts Brasil disponibilizará no hotsite uma relação com 60 perguntas onde os participantes deverão responder até a data limite de 28 de setembro. A relação com os nomes dos agentes contemplados será divulgada no dia 4 de outubro. A premiação para os 43 primeiros colocados será sete diárias nos resorts associados, com desconto de 80% no valor das passagens aéreas com direito a um acompanhante. Domingues comenta que mesmo aqueles que não forem bem colocados na campanha terão chances de ganhar prêmios. “Haverá um concurso cultural onde os participantes responderão a uma pergunta: "Por que a viagem a um resort é a melhor opção para oferecer a meu cliente?". Os autores das três melhores respostas ganharão diárias em três empreendimentos. A idéia de capacitar os profissionais e incentivá-los a vender mais pacotes para resorts vem num momento importante, pois o índice de ocupação nos resorts durante o mês de julho fechou muito abaixo do esperado.  “Julho foi um mês desastroso, sentimos um impacto muito grande decorrentes da crise aérea e da baixa do dólar”, analisa Domingues. A perspectiva para este ano é fechar o ano com 53% de ocupação, enquanto no ano anterior, o número atingido foi de 55%. De acordo com o diretor executivo, o período de alta temporada, nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, é responsável por 53% da receita anual desses empreendimentos. O Estado de São Paulo é o principal pólo emissor de turistas. Os moradores da capital procuram os resorts localizados na Bahia, Ceará e Santa Catarina, enquanto os do interior buscam mais o Estado de Goiás. As agências de viagens que não receberem o e-mail com o convite poderão se cadastrar no www.resortsbrasil.com.br.
04/09/2007
KSR Eventos apresenta o projeto Cenografia Verde
Com o intuito de mobilizar e conscientizar os seus profissionais, clientes, fornecedores e parceiros sobre a importância da preservação do meio ambiente, a KSR Eventos criou a Cenografia Verde. Pioneiro na área de eventos corporativos, o projeto é fruto da preocupação sócio-ambiental da empresa e têm como foco a sustentabilidade e o uso consciente de recursos e materiais.              Com o lançamento do projeto Cenografia Verde, a KSR adota o lema “reutilize, renove e repense”, assumindo a missão de destinar de maneira ecoeficiente os materiais e sucatas gerados na produção dos seus cenários, diminuir a quantidade de resíduos e buscar soluções que não comprometam o meio ambiente. Os três “erres” do slogan seguiram o lema de sustentabilidade, “reduzir, reutilizar e reciclar”, utilizado em todo o país.              Para o lançamento do projeto Cenografia Verde, a empresa criou o www.cenografiaverde.com.br, com informações do projeto e sobre as ações que a empresa está empenhada.               A KSR Eventos enviou, ainda, aos seus clientes, fornecedores, parceiros, amigos e imprensa um brinde com uma camiseta de malha pet estampada com a logomarca da Cenografia Verde e uma caixa produzida, com lonas utilizadas em eventos, pelo projeto Arrastão. Seguindo o seu lema, a empresa contratou os serviços de Bike Courrier para entrega do material.
04/09/2007
Associação Comercial e Assembléia Legislativa de Curitiba recebem Academia Brasileira de Eventos
Durante a 9ª Reunião do Colégio Acadêmico, que aconteceu em Curitiba (PR), em 26, 27 e 28 de agosto, os membros da Academia Brasileira de Eventos foram recebidos pela Associação Comercial do Paraná e pela Assembléia Legislativa do Paraná, onde foi possível estreitar relacionamento entre as entidades. Na ocasião, a acadêmica Margareth Sobrinho Pizzato homenageou Arlete Richa, esposa do ex-governador José Richa, patrono da cadeira que ocupa na Academia. Participaram do encontro Chieko Aoki, Sergio Junqueira Arantes, Ibrahim Georges Tahtouh, Raimundo Peres, Mario Faro, Paulo Reanto Gaudenzi e Antonia Marisa Canton. Também estava presente o novo acadêmico, Professor Domingo Hernandez Pena, que teve importante papel na criação da primeira faculdade de turismo do mundo, a Faculdade Morumbi, atualmente Universidade Anhembi Morumbi. Esta foi a segunda realização da entidade fora de São Paulo e terminou com perspectivas positivas sobre o mercado e atuação da entidade para o crescimento deste.
04/09/2007
Reed deixará de organizar feiras do setor de defesa
A Reed Elsevier anunciou que está prestes a se desligar do setor de exposições na área de defesa, a decisão é fruto da crescente preocupação mundial em prol do desarmamento que poderia “contaminar” a imagem da empresa. A companhia informa que ainda divulgará futuros anúncios sobre a decisão, mas já adianta que organizará as cinco exposições que compõe seu portifólio no setor de defesa, somente até o fim de 2007, não deixando de honrar com suas obrigações com parceiros, clientes e outros acionistas chave. Segundo Crispin Davis, chefe executivo da Reed Elsevier, “Nossas exposições de defesa são negócios de qualidade que têm apresentado ótima performance nos últimos anos. No entanto, tem se tornado cada vez mais claro que um número crescente de importantes clientes e autores têm preocupações bastantes reais em relação a nosso envolvimento no setor de exposições de defesa. Nós temos acompanhado de perto essas preocupações e elas nos levaram a concluir que as exposições de defesa não são mais compatíveis com a posição da Reed Elsevier de editora líder de conteúdo científico, médico, legal e de negócios”. Essa decisão afeta diretamente o Brasil, já que um desses cinco eventos é o LAAD (Latin American Aero and Defence), maior e mais importante feira voltada às forças armadas e às indústrias de defesa da América Latina. O Laad acontece a cada dois anos no Rio de Janeiro, sendo que sua última edição foi realizada de 17 a 20 de abril no Riocentro. Sua próxima edição já tem data marcada, como pode ser constatado no site oficial do evento www.laadexpo.com, para 14 a 17 de abril de 2009, também no Riocentro. Fica em aberto a questão de quem será sua organizadora. Foi publicado no site da revista Eventos®, no dia 3 de maio desse ano, a fusão entre a Reed Exhibitions e a Alcantara Machado, no Brasil, para a promoção de feiras. É importante constatar que o acordo não continha a LAAD, sendo os motivos não divulgados na época. A matéria pode ser conferida no link: http://www.revistadoseventos.com.br/bn_conteudo.asp?cod=8378 Anunciada no início de junho a decisão diz respeito, além da LAAD, a mais quatro feiras. São elas: DSEi - Defence Systems and Equipment International, a exposição de defesa com o mais alto índice de crescimento do mundo e que acontece a cada dois anos em Londres, IDEX - International Defence Exhibition and Conference, o mais importante evento sobre defesa do Oriente Médio acontece bienalmente em Abu Dhabi; ITEC é uma exposição de treinamento e simulação que acontece a cada dois anos em diferentes cidades da Europa; e TADTE (Taipei Aerospace & Defence Technology Exhibition) feira bienal do Taiwan. A LAAD, DSEI, IDEX, ITEC e TADTE, portanto, estão à venda, mas os interessados não poderão comprá-las individualmente, elas serão vendidas em pacote. Esse portifólio de cinco exposições é parte da divisão de negócios globais da Reed Elsevier e representa por volta de 0,5% dos lucros anuais do grupo. Apesar de lucrativa a área é alvo de ataques constantes por parte de organizações e movimentos desarmamentistas e por isso, a Reed assume, assim como todas as grandes empresas globais, a posição de risco preventivo. Reed Elsevier é uma editora e fornecedora de informações líder mundial. Suas empresas mães são a Reed Elsevier PLC e Reed Elsevier NV. O grupo emprega 37.000 pessoas, incluindo aproximadamente 20.000 na América do Norte.
04/09/2007
Prêmio Caio 2007 prorroga prazo para inscrições
Devido a grande procura das empresas interessadas em serem reconhecidas pelo Jacaré, o prazo de inscrição para o Prêmio Caio 2007 foi prorrogado até o dia 24 de setembro. Considerado o "Oscar dos Eventos", o prêmio elege os melhores trabalhos nos setores de promoção comercial, marketing promocional, turismo de negócios e eventos. Para participar, as empresas interessadas devem entrar no www.premiocaio.com.br, criar um login e posteriormente inserir as informações sobre o case, com no máximo 21 mil caracteres e até 36 fotos. Demais informações estão disponíveis no regulamento do Prêmio Caio, no mesmo site.
04/09/2007
Amcham SP debate "Leis de incentivo para ações sociais e culturais"
As leis de incentivo para ações sociais e culturais serão tema de discussão em encontro realizado amanhã, 4, na sede da Amcham-São Paulo - Câmara Americana de Comércio. Veja abaixo a programação do encontro:  8h30– Abertura 8h40– Lei do FMDCA (Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente), com Paulo Pinese, sócio-diretor da Deloitte Touche Tohmatsu 9h40– Lei Rouanet (Lei Federal de Incentivo à Cultura), com Antoine Kolokathis, sócio-diretor da Direção Cultura Produções e Eventos10h10– Análise de Caso: Instituto Robert Bosch ServiçoDebate Leis de incentivo para ações sociais e culturaisLocal: Amcham-São PauloEndereço: Rua da Paz, 1431, Chácara Santo Antôniowww.amcham.com.br
04/09/2007
Prefeitura de São Paulo lança amanhã a Virada Esportiva
A Prefeitura da Cidade de São Paulo lança oficialmente nesta terça-feira, 4, a Virada Esportiva, evento inspirado na Virada Cultural, que acontecerá nos dias 22 e 23 de setembro com 24 horas ininterruptas de esporte, lazer e recreação nas regiões de todas as 31 subprefeituras da capital paulista. Participarão da cerimônia, na Marquise do Parque do Ibirapuera, o prefeito Gilberto Kassab, juntamente com o secretário municipal de Esportes, Walter Feldman, e o presidente da SPTuris, Caio Luiz de Carvalho, que falarão sobre o conceito do evento e os principais destaques da programação.  Ao todo, 15 secretarias, a CET-SP e a SPTuris vão trabalhar juntas para disponibilizar toda a infra-estrutura do evento, além de equipamentos esportivos e parques da cidade. A data do evento coincide ainda com a chegada da primavera no hemisfério sul e o Dia Mundial Sem Carro. Serviço Lançamento oficial da Virada Esportiva Data: Dia 4 de agosto Horário: Às 10h30 Local: Marquise do Parque do Ibirapuera (entrada pelo portão 3)Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n
04/09/2007
Responsabilidade Social é a palavra de ordem no 49º Conotel
Respeitar as diferenças, dar importância à acessibilidade e promover a inclusão social: estes são os lemas da 49ª edição do Conotel – Congresso Nacional de Hotéis, apresentados ontem (08), às 20:00 horas, durante sua cerimônia de abertura. E para solidificar os temas e cimentar o exemplo, a abertura foi apresentada por um cadeirante, o hino nacional cantado por uma deficientes visual e uma professora traduziu todos os discursos para a linguagem de surdos e mudos. Além disso, a solenidade de abertura ainda contou com a presença da Ministra do Turismo, Marta Suplicy, o presidente da ABIH Nacional - Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, Eraldo Alves da Cruz; do FOHB - Fórum de Operadores Hoteleiras do Brasil, Rafael Guaspari; da FNHRBS - Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares, Norton Lenhart; da FBC&VB - Federação Brasileira de Convention & Visitors Bureaux, João Luiz Moreira; e da Resorts Brasil - Associação Brasileira de Resorts, Alexandre Zubaran. Maurício Bernardino, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH São Paulo) levantou a bandeira de luta em defesa das diferenças. "Tenho deficiência auditiva, porém uso duas próteses.Temos várias ações direcionadas aos portadores". Seguindo a mesma linha de raciocínio Eraldo Alvez da Cruz, da ABIH Nacional destacou a importância da responsabilidade social e inteligência competitiva. "Responsabilidade social, qualidade no atendimento e atingir as expectativas dos clientes, essa é a inteligência competitiva que buscamos", citou Eraldo. O presidente da ABIH Nacional se comprometeu com dois Agentes Fifa (presentes no Conotel) a dar todo o suporte na realização da Copa do Mundo de 2014, em que o Brasil é um dos fortes candidatos. No final da cerimônia de abertura foi apresentado ao público o livro "70 Anos da Hotelaria Nacional", seu lançamento está previsto para o mês de novembro deste ano. O Conotel se estende aos dias 9 e 10 com uma intensa programação, entre rodadas de negócios, plenárias, ciclo de palestras, visitas guiadas e workshops. Programação: Dia 9 (quinta-feira) Palestra A1 9h30 às 10h30 Políticas de Turismo - "Reflexos das Políticas Públicas de Turismo sob o Ponto de Vista das Lideranças Empresariais" Mediador: Cláudio Magnavita (Abrajet / Jornal de Turismo) Mesa Redonda: Representantes de Entidades de Classe e Jornalistas do Setor Palestra A2 10h30 às 11h30 Investimento - "Por que Investir no Brasil"? Palestrante: Delfim Netto (Economista / Ex-Ministro da Fazenda) Participação Especial: Carlos Eduardo Castello Branco (BNDES) Palestra A3 14h30 às 16h Branding - "Posicionamento e Valor de Uma Marca" Palestrante: José Roberto Martins (Global Brands) Participações Especiais: Carlos Eduardo Hue (WTC Hotel), Alberto Moane (Accor Hotels) e Orlando de Souza (SPC&VB). Palestra A4 17h às 18h Segmentação e Tematização - "Competitividade Através da Segmentação e da Tematização de Seu Empreendimento" Palestrante Leonardo Fontenele Dia 10 (sexta-feira) Palestra A5 9h30 às 10h30 Carga Tributária e Lei Geral - "Impactos da Carga Tributária na Hotelaria" Palestrante: Ives Gandra Martins (advogado) Participação Especial: André Spínola (Sebrae) Palestra A6 11h30 às 13h Novas Tecnologias - "Como diferenciar seu Hotel Implantando Novas Tecnologias" Sérgio Bicca (i-Preview), Cleide Andrade (Central do Hoteleiro), Domenico Palma Neto (Instituto Marca Brasil), Julio Cosentino (Hoffmann) e Pilar Osório (Travel Click). Palestra A7 14h30 às 16h Hotel Sustentável - "Como Reduzir Custos atingindo o Status de Empresa com Responsabilidade Sócio-Ambiental" Palestrantes: André Sá (Instituto de Hospitalidade), Marinez Scherer (Bandeira Azul) e Newton Figueiredo (Sustentax). Palestra A8 17h às 18h Inteligência Competitiva - "Vantagens Competitivas na Hotelaria" Palestrante: Davi Portes (Palestrante motivacional).
31/08/2007
O futuro do marketing promocional
Eu acredito que a atividade de marketing promocional é um raro exemplo de Negócio com a “cara” do século 21. É uma atividade jovem, ousada e curiosa por natureza. Na sua “encarnação” mais recente como Promoção de Vendas nasceu, totalmente despercebida, como a ferramenta auxiliar para promover a reposição rápida de estoque, de uma Indústria de pós-segunda guerra nos Estados Unidos. Uma Indústria de consumo que precisava criar escala de mercado e desovar milhões de produtos para uma classe média eufórica por novidades. Isso ocasionou um “tsunami” na distribuição e varejo. Transformou a indústria de insumos e matérias-primas. Surgiram os primeiros magazines e supermercados na década de 1960 para revolucionar a área de Marketing e Vendas da Indústria e Varejo americano. Nesse período, enquanto Marshall McLuhan falava de “aldeia global” por causa do poder da interconectividade de seres humanos por meios eletrônicos de comunicação, a Promoção começava a brincar com interatividade de forma bastante incipiente, ligando as indústrias com os consumidores finais que pipocavam nos magazines e supermercados através das peças modulares e tridimensionais – os materiais de ponto-de-venda. Nos anos 80-90, a Promoção começou a ter crise de identidade, mas, sem prestar muita atenção nisso, estava “antenada” com mais novidades que surgiam, tais como, merchandising, tie-in, trade marketing, marketing de incentivo, marketing de relacionamento... Os empresários do setor ficavam encantados com o novo conceito de “Pensar global e agir local” ou ainda “Pensar local e agir global”... Assim, depois de tantas mudanças e andanças, a atividade promocional cresceu com uma enorme experiência adquirida com a evolução da sociedade, principalmente da Indústria, Distribuição e Varejo. Mas a sua educação foi totalmente tácita, não teve tempo de esperar por uma faculdade de marketing promocional para cursá-la. Nunca houve tempo para oficializar uma profissão para a área. Talvez por isso, a Promoção de Vendas era chamada por diversos apelidos da época: merchandising, design gráfico, comunicação visual, além da própria promoção. Dependia de cada trabalho e acredito que ninguém pensava que essas ferramentas operacionais poderia ser um dia - um negócio independente – um verdadeiro business. E vieram as amostras grátis, brindes acoplados nos produtos, embalagens diferentes, displays para chamar a atenção na vitrine, campanha de descontos... Eram tantos consumidores e tantos produtos semelhantes que a Promoção de Vendas começou a criar concursos e sorteios para chamar a atenção... No dia-a-dia, todos os profissionais, incluindo os empresários tiveram que assimilar o papel de “faz-tudo” e muito pouco glamour de criadores, marca registrada do setor de propaganda. Quando a Promoção de Vendas começou a freqüentar a roda de agência de propaganda, lá poucos entendiam o que era e chamavam-na de non media, bellow-the-line, enfim, bem no estilo dancing-days americano... mas ainda sem glamour e status. Já no final do século 20, todas as ferramentas existentes não eram mais suficientes para ativar as mentes e corações dos consumidores. Com tanta habilidade para empreender e gerenciar diversidade e adversidade, não teve medo de mudar seu nome para Marketing Promocional – afinal, seu trabalho estava indo muito além da Comunicação e cada vez mais próximo das atividades que fazem parte do Marketing. Com intuito de resolver as necessidades dos seus clientes, o Marketing Promocional foi agregar a Informática, Telefonia móvel e Internet. E, não escapou a fibra óptica, chips e robótica. Agora já se preocupa em como agregar mais o esporte, a cultura, o lazer e o terceiro setor. Com este histórico e cenário, o momento é de olhar para dentro do mercado em que atua, da atividade, da empresa e valorizar o bem mais importante que temos: o talento do promocitário. Tive conhecimento de um estudo feito por uma estudante de pós-graduação em Comunicação, em 2003, que detectou um dado importante: que o empresário de Marketing Promocional é por natureza um profissional multidisciplinar. Então, agora é o momento de burilar estas pedras preciosas e fazer nascer as jóias raras do setor. Criar oportunidades para surgir uma nova liderança, jovem e bem informada, que possam em pé de igualdade, sentar e definir estratégias brilhantes com nossos empresários clientes e ainda “fazer acontecer”. O futuro do Marketing Promocional vive momento de grande visibilidade e demanda pelo mercado cliente, mas vai ter que passar obrigatoriamente pelo caminho da transformação de “quase” um artesão em empresário e executivo com visão sistêmica e sensível, totalmente inserido no contexto da sociedade do conhecimento. Sem isso, a atividade corre sério risco de não existir mais em pouco tempo. * ELZA TSUMORI – Presidente da AMPRO Associação de Marketing Promocional Desenhista Industrial pela FAAP. APGeana da Amana-Key. Co-presidente da Companhia Ativadora de Negócios. Co-presidente da Agrobiz Negócios e Representação. Presidente do IBDR – Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Regional. Membro fundador do POPAI Brasil. Membro do Comitê de Design da Associação Brasileira de Embalagem - ABRE. Eleita Profissional de Promoção do Ano pela Abracomp no Prêmio Colunistas Promoção. Empresária de Promoção de Ano pela Revista About no Festival Brasileiro de Embalagem, Promoção e Design. Vice-Presidente de Desenvolvimento Estratégico da Associação de Marketing Promocional – AMPRO, de 99 a 2004.
31/08/2007
A Importância decisiva dos eventos
O Brasil está faturando menos de 10% do que já deveria faturar no turismo internacional. E não fatura mais de 25% do que poderia faturar no turismo interno. Essa realidade preocupa-me muitíssimo. Pois fui eu, faz já meio século, quem disse aquela frase que ficou famosa: "Acredite, este país será uma potência turística" . Algumas coisas aconteceram, estão acontecendo, e vocês as conhecem melhor do que eu, para que aquele vaticínio meu acabasse tão mal. É incrível. É até doloroso. Mas é verdade. Neste país maravilhoso acontecem coisas que não tem explicação, e que os brasileiros não merecem. Acontece, por exemplo, o caos do transporte aéreo. Sem transporte aéreo suficiente e eficiente, sem aeroportos modernos e seguros, no Brasil não só é difícil o desenvolvimento turístico. Também é difícil a racionalidade do próprio país. No Brasil, os caminhos do ar equivalem, e devem equivaler, as estradas e as ferrovias de qualquer país civilizado. Um Brasil sem vias aéreas transitáveis é como uma Alemanha, uma França, um Japão, sem rodovias nem ferrovias. Esse desajuste inexplicável deixa-me profundamente triste. Pelo que sinto pelo Brasil. Porque dei o melhor da minha vida para que a VARlG fosse o que um dia foi. E, também, se alguém decidisse hoje, agora mesmo, neste instante, atualizar e racionalizar o transporte aéreo brasileiro, colocando-o no nível que de verdade faz tempo que lhe corresponde, tardaria entre 20 e 25 anos em alcançar o seu objetivo.E, quando ao final conseguisse atingir o seu objetivo, descobriria que os paises mais adiantados estariam 20 ou 25 anos por diante. Por tudo isso, que não é pouco, devemos tratar da importância decisiva dos eventos, afinal se não fosse pelos eventos, pelo setor dos eventos, pelas empresas de eventos, pelo seu trabalho e a sua inteligência, o turismo brasileiro estaria muito pior do que está. As estatísticas turísticas seriam ainda mais preocupantes. O que tem sido feito, o que estão fazendo, contra vento e maré, é um milagre, ainda que possa e deva ser melhorado. O setor dos eventos pode e deve melhorar no Brasil, ainda que o turismo propriamente dito não melhore. Por duas razões: 1ª) - porque a infra-estrutura específica que já existe para fazer eventos (centros para congressos e exposições, auditórios, estádios, teatros, espaços livres nos hotéis etc.) só tem atualmente um índice de utilização de 7% e 9%; 2ª) - porque o poder de atração de qualquer evento bem programado e bem trabalhado é sempre mais forte, mais determinante, mais convincente, com aeroportos ou sem aeroportos, que o poder de atração de uma praia, de uma paisagem ou de um museu. Pensar nessas duas coisas vale a pena, porque interessa ao turismo brasileiro em geral, e porque interessa ao setor dos eventos em particular. Deixando de lado a questão do insuficiente número de turistas, tanto de fora como de dentro, o turismo brasileiro tem outros problemas que só podem se resolver com os eventos. São esses, claro está, os problemas de ocupação continuada no tempo, e de ocupação racional, equilibrada, no espaço. Ou, dito de outra forma: são os problemas derivados da falta ocasional de demanda, ou da falta de interesse por determinados lugares. Não há negócio turístico porque não há tempo livre, ou não há negócio turístico porque a oferta se instalou longe, ou é cara, ou é inadequada. Isso acontece todo dia, quando o poder de atração é relativo: quando a oferta se apóia em argumentos de venda superficiais, e a demanda duvida entre comprar ou não comprar, porque comprando ou não comprando a vida vai continuar sendo a mesma. A solução são os eventos. Porque os eventos podem ser mais resolutivos, mais convincentes, mais definíveis, mais vantajosos, que o turismo convencional. O argumento é conhecido: o evento é aqui mesmo, neste lugar (porque sim...), e o evento é hoje, agora (ou nunca...). Com bom tempo ou com mau tempo, em inverno ou em verão, longe ou perto... O que estou dizendo pode ser polêmico. Pode parecer até utópico, porque as coisas não são exatamente assim, no mundo real das vossas empresas e dos negócios. Todo mundo sabe que as empresas brasileiras de eventos trabalham sobre tudo, na sua maioria, sempre que podem, com estratégias parecidas às estratégias das empresas que simplesmente comercializam viagens ou excursões: o cliente sempre tem a razão. Quem paga é quem decide, ou acaba decidindo, os lugares e as datas. As conseqüências dessa realidade são o pão nosso de cada dia: todo mundo quer reserva - e bom preço-, onde, e quando, tudo está reservado! Nesse ponto está a linha vermelha que separa o antes e o depois; a inércia e a inovação; a rotina e a competitividade verdadeira. A forma clássica de trabalhar, tanto no turismo como nos eventos, não é pecado nem pode ser, nem deve ser, abandonada. É a forma, muito respeitável, de trabalhar para a demanda efetiva: para a demanda que, mais ou menos, se define sozinha. Porém -creiam-me-, essa demanda não é a grande demanda, nem no turismo, nem nos eventos. A grande demanda é a demanda potencial: a que não se define sozinha, mas existe. A maioria dos mortais não sabem o que quer, nem mesmo quando está disposta a querer! A falta de iniciativa é a característica desconcertante que confunde à maioria dos humanos! Essa verdade é a verdade verdadeira do marketing mais avançado. Está demonstrada. A conhecem bem as operadoras que promovem e vendem destinos turísticos, de forma massificada, sem que ninguém tenha demandado esses destinos previamente, nominalmente, realmente. Se isso é assim no turismo de massas, por que é que não vai ser nos eventos? O quê é que impede que o setor brasileiro dos eventos programe mais e melhores eventos, lógicos e coerentes, em mais lugares, todos os dias, sempre, continuadamente, para atender à inesgotável demanda potencial, que os compraria, ainda que não os conheça, nem os peça, por antecipado? A estratégia consiste, então, simplesmente, em dar resposta às mil necessidades reais que a sociedade tem, mas que ninguém administra, por mil motivos: em atuar como se as empresas de eventos fossem o departamento de marketing da sociedade em movimento. Fazendo o que sugiro, sem prejudicar - nem alterar - o que já está sendo feito, que já é magnífico, o setor brasileiro dos eventos cresceria de forma espetacular; as instalações concebidas para fazer eventos, se aproveitariam mais e melhor; os destinos turísticos brasileiros menos favorecidos encontrariam uma boa alternativa para ser mais competitivos; as datas ou temporadas de baixa ocupação turística seriam reativadas, em todo o País. De tão simples, e de tão lógico, o que estou propondo pode surpreender. Pode, até, encontrar incompreensão. Como é que se faz? De onde sai a iniciativa -sai, por acaso, da simples inspiração? A inspiração não é precisamente um defeito, não. Mas é, para o que estamos falando, um recurso insuficiente - precário. A resposta séria e profissional, que leve a uma programação séria e competitiva, sairia de uma investigação metódica - de um estudo de mercado sério e continuado. Para consolidar o setor brasileiro dos eventos, na sua atividade presente e no seu previsível crescimento imediato, se faz necessária a edição na internet de um Guia Geral Permanente dos Eventos do Brasil. E, para desenvolver uma Oferta Criada, em função da Demanda Potencial que estamos comentando, seria necessário um estudo sistemático do mercado, da programação e da planificação dos eventos que podem ser viáveis e lucrativos, com independência de qualquer motivação prévia de terceiros. O Guia Geral seria um negócio autônomo, independente, fácil, muito lucrativo, aberto à inserção voluntária, comercial, paga, de todos os calendários, e de todas as campanhas, que no Brasil inteiro dependem da responsabilidade e do dinheiro das instituições, das empresas e dos profissionais que se dedicam, de uma forma ou de outra, a organizar eventos. Tecnicamente, esse Guia Geral não seria outra coisa que uma página web, que funcionaria como uma secção sem-fim de classificados (de pequenos anúncios). E com ele, com o Guia Geral, além de ganhar dinheiro se resolveriam alguns problemas importantes: o custo atual, as vezes insuportável, da divulgação de qualquer evento; a enorme dificuldade de sempre, dessa mesma divulgação, para ser eficiente ante a necessidade de comunicar ofertas e demandas quase sempre separadas pelo espaço geográfico; a perda de clientes (e de faturamento) que não encontram os eventos que poderiam interessar-lhes, porque não são atingidos pela divulgação convencional, ou porque só dispõem dos buscadores de Internet. (Um buscador é o contrário de um guia. Se busca o que, de alguma forma, se conhece antecipadamente. Um guia serve, igualmente, para buscar. Mas serve, sobre tudo, para encontrar o que não se buscava...). O Guia Geral Permanente dos Eventos do Brasil também resolveria o problema de imagem do setor dos eventos: a idéia generalizada de que é um setor "secundário", "auxiliar", "estranho". * Professor Domingo Hernández Peña - Nasceu na ilha de Lanzarote (Espanha), mas tem morado desde muito jovem em diversos lugares da Europa continental e da América. Atualmente mora em Madrid. É publicitário, jornalista, escritor, editor, Consultor de Imprensa Periódica, na Europa e na América Latina.    - Professor de Teoria e Técnica do Turismo.   - Introdutor da planificação turística sistemática na América Latina.   - Autor de Metodologia para a Utilização do Conhecimento Turístico.   - Planejador do primeiro Curso Superior de Turismo do mundo.   - Honoris Causa, pela Universidade Anhembi-Morumbi.   - Secretário Geral da Confederação Canária de Empresários.   - Assessor de José María de Areilza, ministro de Exteriores da Espanha.   - Secretário Geral de Acción Ciudadana Liberal.   - Consultor de Marketing Político.
13/08/2007
Staybridge Suites tem novo espetáculo no pacote cultural
O Staybridge Suites São Paulo inclui, a partir de agosto, o espetáculo Pequenos Milagres em seu pacote cultural de hospedagem. Este pacote inclui um par de ingressos para o teatro, hospedagem na suíte studio, café da manhã servido no restaurante Floriano e uma vaga no estacionamento. Os valores para as diárias são R$ 165,00 para apartamento single e R$ 189,00 para apartamento double, com acréscimo de 5% de ISS e R$ 1,20 de taxa de turismo por dia, para check in na sexta-feira ou sábado a partir das 15h. Com produção do Grupo Galpão, a peça Pequenos Milagres é uma história composta por quatro textos: ‘Cabeça de Cachorro’, ‘O Pracinha da Feb’, ‘O Vestido’ e ‘Casal Náufrago’, todos selecionados na campanha Conte sua História, realizada em 2006.
09/08/2007
Cidade do Rio de Janeiro aumenta sua competitividade
O ano de 2007 já pode ser considerado como um marco no processo de fortalecimento das vantagens competitivas da cidade do Rio de Janeiro, que vive um momento muito especial: acabou de sediar os Jogos Pan-americanos, demonstrando ótima capacidade organizacional como sede de grandes eventos; o Cristo Redentor, com o apoio de todos os brasileiros, foi eleito uma das novas 7 Maravilhas do Mundo, em votação promovida pela Fundação New 7 Wonders; estamos às vésperas do Parapan-americano que pela primeira vez acontece na mesma cidade-sede do Pan-americano; e consequentemente os hotéis tiveram uma ocupação média de 85%, uma excelente taxa considerando-se que a média padrão anual tem variado em torno de pouco mais de 60% e o mês de julho costuma ter um a ocupação média de apenas 56%. Quanto ao que se refere à indústria do turismo de eventos, há algum tempo o setor se queixava da pouca opção de espaços para eventos na cidade ou da necessidade de reforma, para maior conforto e atualização técnica, nos espaços já tradicionais. Pois, vemos que tanto o governo municipal quanto a iniciativa privada perceberam essa brecha e investiram no segmento. Acreditando na força do turismo, o governo municipal, em parceria com a iniciativa privada, investiu na construção de um centro de convenções – o RioCidadeNova –, próximo ao centro da cidade, preenchendo a falta de um espaço para eventos de médio porte e mais central, de mais fácil acesso para os participantes – facilidade de transporte público, inclusive o Metrô, e estacionamento para 1.500 veículos. O RioCidadeNova tem área de exposição de 5 mil m2 e auditório para até 2 mil pessoas. Por iniciativa do governo municipal, o Centro de Convenções Riocentro, o maior da América Latina com mais de 100 mil m2 de área construída e 517 mil m2 de área total, foi privatizado em acordo no qual a empresa concessionária se obrigava a reformá-lo e a investir em mudanças para sediar os Jogos Pan-americanos. A empresa concessionária, GL Events, francesa, assumindo o compromisso, reformou totalmente o pavilhão de congressos, climatizou os pavilhões de exposições e feiras, e investiu também em tecnologia, transformando o Riocentro em um centro de convenções moderno, mais confortável e atrativo para a realização de qualquer tipo de evento. Ainda, a Rede Windsor de hotéis inaugurou, há uns dois anos, o hotel Windsor Barra que tem um grande centro de convenções, ampliado ainda mais recentemente. O centro de convenções do hotel pode acomodar quase 2 mil participantes em plenária e tem 8 mil m2 de área total. Sem falar nos novos equipamentos esportivos construídos para o Pan-americano, tais como o Estádio João Havelange, mais conhecido como Engenhão (futebol e atletismo), o Parque Aquático Maria Lenk (natação, nado sincronizado e salto ornamental), o Velódromo (ciclismo e patinação de velocidade) e a Arena Multiuso (ginástica artística e basquete), estes três últimos construídos no Autódromo, as reformas do Maracanã, Maracanãzinho e do Estádio de Remo da Lagoa, que colocam a cidade como um destino de ponta para a realização de eventos esportivos. Equipando-se cada vez mais e melhor, a Cidade Maravilhosa está se transformando em um destino de excelência não só para o turismo de lazer, mas também para qualquer tipo de evento, seja esportivo, corporativo, cultural, educativo, científico etc. Também contribui para a maior competitividade da cidade para sediar eventos, a redução do Imposto Sobre Serviço (ISS), de 5% para 2%, cobrado das empresas responsáveis pela organização de feiras, congressos e eventos em nossa cidade. Esta diminuição dos custos de organização sem dúvida torna-se um atrativo em uma cidade que é ao mesmo tempo cosmopolita e também um balneário, primeiro destino brasileiro e a cidade mais visitada entre os turistas estrangeiros. O trabalho de apoio à captação de eventos, desenvolvido pelo Rio Convention & Visitors Bureau, já percebe isso em seus resultados: somente no primeiro semestre do ano, com esforços diretos da Fundação, foram atraídos para a cidade, entre nacionais e internacionais, 12 eventos, o que representa, comparado ao número do ano passado, um aumento de 120%. Com esses importantes investimentos, vemos os governos municipal, estadual e federal, juntamente com a iniciativa privada, acreditarem cada vez mais na verdadeira vocação do Rio de Janeiro que é o turismo. Fica pendente uma questão fundamental estruturante que é a melhor distribuição da malha aérea internacional de modo a atender a verdadeira demanda do turismo receptivo que pede vôos diretos para a cidade do Rio de Janeiro. Com essa conjuntura bastante favorável, com todos esses novos equipamentos e, claro, os espaços já tradicionais da cidade como os centros de convenções dos principais hotéis, sem contar a beleza estonteante da cidade, que mistura montanha e mar numa interação sem igual no mundo, sem sombra de dúvida nossa cidade tem aumentada sua competitividade no mercado de eventos. Paulo Senise Diretor Executivo Rio Convention & Visitors Bureau
09/08/2007
O incentivo como ferramenta transformadora.
O princípio é simples: uma vez vencedor, sempre vencedor. Não há como voltar atrás. Você mudou, aprendeu, cresceu, venceu, conquistou. Ganhou status junto à sua tribo no trabalho e, principalmente, junto à sua família e os amigos. Por onde você passa agora todos sabem que você se superou e tornou-se um campeão. Daqui para a frente vai querer sempre mais, seja em aprendizado, em desafios ou reconhecimentos. Não há como fugir. Mas que bichinho foi esse que te mordeu? Qual o vírus que tomou conta da sua essência, do seu interior e te transformou a ponto de aumentar o seu orgulho, o seu comprometimento, o seu profissionalismo, despertando a garra, a persistência e a determinação para ir cada vez mais longe? Resposta simples: esse bichinho, esse vírus chama-se “incentivo”. O incentivo provoca isso nas pessoas: desperta o seu melhor lado, transformando-as em profissionais melhores. E aqui inicia-se um círculo virtuoso, senão vejamos: profissionais melhores fazem produtos melhores. Melhores produtos vendem mais. Quem vende mais, ganha mais. E as empresas que pensam dessa maneira, claro, também têm grandes chances de serem melhores e, consequentemente, ganharem mais. Esse é o lado nobre do incentivo que aos poucos começa a ser resgatado para o júbilo de todos nós. Esse é o lado que ficou escondido por trás das boas campanhas durante anos em detrimento de práticas que não deixavam o residual necessário para que a semente da transformação fosse cultivada e o melhor: florescesse. Mas isso começa a mudar. O incentivo inicia uma corrida de resgate do seu passado glorioso, esse que abriu todas as portas e derrubou todas as trincheiras. Uma corrida ao começo de sua história, cheia de charme, de glamour, onde a valorização das pessoas e o reconhecimento era o que se buscava quando o objetivo era o alcance e a superação de metas. Uma história que, conceitualmente, começa nos jogos olímpicos lá na Grécia antiga, quando os atletas “corriam” em busca de uma única coisa: o reconhecimento. Reconhecimento esse materializado numa simples coroa de louros. Que motivação era aquela? Por isso, campanha boa é campanha que transforma. Campanha que mexe com os valores pessoais e profissionais, que toca o coração, a alma, provocando novas atitudes, transformando impulso em comportamento, comportamento em performance, porque trabalha o lado mais íntimo das pessoas e, através disso, traz resultados positivos nas caixas registradores das empresas, sobretudo daquelas que conhecem e acreditam na real função da ferramenta. E isso vale para as 3 pontas da cadeia: para as agências que criam, para as empresas que solicitam e para os participantes que, por um lado, passam a responder com mais qualidade e produtividade e, por outro, passam a se beneficiar do efeito mais parrudo do incentivo – o efeito psicológico. Ou seja, acabam ganhando em auto-estima, confiança, motivação e, em alguns casos, até em informação e conhecimento. Sim, porque, de novo, campanha boa é aquela que agrega valor, sobretudo na era da informação, onde informação é a maior de todas as motivações. Já foi o tempo em que estabelecia-se um objetivo no começo e acenava-se com um prêmio no final. De uns tempos para cá, passou a ser fundamental trazer informação, conteúdo, conhecimento aos participantes, não apenas para facilitar o alcance de metas, mas, sobretudo, para preparar os colaboradores para um mercado competitivo, acirrado e, muitas vezes, sem nenhuma fidelidade. Quem trabalha direito, deixa claro ao colaborador que incentivo não é apenas uma ferramenta para alcançar resultados. Incentivo é uma ferramenta de transformação pessoal e profissional, porque tem conteúdo. E, nesse caso, conteúdo é valor agregado. Não apenas no que se refere a conhecimento, educação e aprendizado, mas, principalmente, em termos de comportamento, orgulho, atitude e auto-estima. E quando o colaborador percebe isso, o incentivo potencializa-se transformando-se numa ferramenta também de fidelização e retenção de talentos. Jorge Medauar é diretor de criação da Accentiv.
09/08/2007
DR cria Lounge Petrobras para Triângulo Music 2007
A agência promocional DR criou o Lounge Petrobras para o Triângulo Music 2007, que aconteceu nos últimos dias 10 e 11 de agosto. A ação marcou os 40 anos da Petrobras em Minas Gerais, interagindo com o público freqüentador dos shows, firmando-se como patrocinadora do festival e de outros eventos culturais. A Petrobras esteve presente com painéis interativos, estação de games, exposição e sorteio de uma guitarra Fender autografada. A terceira edição do evento em Uberlândia contou com atrações como Asa de Águia, Skank, Nando Reis, Rappa, entre outros.
08/08/2007
KSR Eventos e Power assinam evento para clientes Danone
A KSR Eventos e a Power Comunicação Promocional são as empresas responsáveis pelo evento de relacionamento da Danone com seus principais clientes, que acontecerá hoje, 9, no hotel Sofitel São Paulo. Voltado para os maiores supermercadistas do Brasil, que terão a oportunidade de conhecer os lançamentos da empresa para o segundo semestre de 2007, o evento terá como atração principal um show exclusivo do cantor Daniel. A KSR Eventos será responsável pelos serviços de iluminação, sonorização e vídeo projeção e a Power Comunicação Promocional assina a criação e produção do evento.
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