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publicado em 08 de março de 2018 - 10h36

Sem alvará e outros documentos, La Luna é fechado em São Paulo

Um dos espaços para eventos mais caros de São Paulo foi fechado pela prefeitura no último sábado dia 03 de março.

Da Redação
 Por falta de documentos Laluna é fechando em São Paulo

No último sábado dia 03 de março, horas antes de acontecer um evento no local, dezenas de policiais em mais de dez viaturas fecharam a casa que fica na Rua Pirajussara, no Butantã, e impediram a realização de uma festa, marcada para o dia que teria inicio às 18h. Lá, aconteceria a edição que comemoraria o oitavo ano da sunset party e a organização esperava cerca de 700 pessoas. “Foi uma correria, tive de cancelar a celebração de uma hora para outra, apelando para as redes sociais”, diz Omar Maluf, proprietário da Agência Reunion e presidente da Associação de Eventos de São Paulo.

Segundo comunicado da assessoria de imprensa da secretaria municipal das prefeituras regionais, o La Luna tem uma série de irregularidades. O local não possui alvará, auto de vistoria do Corpo de Bombeiros e está em um zoneamento que permite eventos para no máximo cem pessoas.

Segundo a prefeitura regional do Butantã, a casa funciona desde 2011 por conta de liminares. Neste período, a regional emitiu cerca de dez multas por funcionamento irregular. Em agosto do ano passado o local foi novamente interditado. Em dezembro de 2017, o Programa de Silêncio Urbano (Psiu) autuou os responsáveis em 10 000 reais por emissão de ruído acima do permitido. Em fevereiro de 2018, a empresa teve o pedido de alvará indeferido por causa das grandes festas, uma atividade incompatível com a área. Os representantes foram orientados quanto ao procedimento para regularização, mas não reapresentaram a solicitação.

O dono, Maurício Castano, diz não entender a ação da prefeitura. “Temos alvará há mais de vinte anos, toda documentação está estritamente dentro da lei”, afirma. Ele ressalta que não desmarcou nenhum evento e que, por ora, o prejuízo é apenas de imagem. “Na verdade, estamos sendo vítimas de algo não republicano”, completa.

NOTA: A Associação que o organizador da festa se diz presidente (Associação de Eventos de São Paulo) é desconhecida no mercado e trade de eventos corporativos, sendo que as entidades que representam este mercado são: ABEOC, ABRAFesta, FOR/Eventos e Ampro. 


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