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Live Marketing
publicado em 10 de março de 2020 - 11h35

Os desafios de colocar em prática diversidade e inclusão nas ações de Live Marketing

Em um mundo diverso não podemos mais tratar as pessoas como se elas fizessem parte de um rebanho monocromático.

Da Redação

Há quatro meses a agência de Live Marketing BTO+ criou a área de Conteúdo e Pesquisa para dar suporte aos departamentos de Criação e Planejamento. O objetivo é antecipar tendências e propor ações de Live Marketing com maior diversidade e inclusão. Porém, ainda é desafiador substituir decisões tomadas por gostos pessoais e com foco exclusivamente no budget por ações voltadas para a individualidade de quem participará dos eventos e ativações de marcas.

"Em um mundo diverso não podemos mais tratar as pessoas como se elas fizessem parte de um rebanho monocromático. A diversidade de gêneros, personalidades e gostos pessoais deve ser sempre considerado na hora de nos comunicar. Um evento deve ter essa preocupação, a mesma que temos quando recebemos em casa alguém muito querido e fazemos de tudo para que ela se sinta bem, que se sinta realmente em casa”, aponta Beto Gutierre, diretor da BTO+.

Para o gerente de Conteúdo e Pesquisa da agência, Robson Ciola, muitos querem, mas nem todos estão dispostos a romper com o tradicional, como trocar a mensagem de bem-vindos em um evento para ´bem-vindEs´ ou substituir o obrigado por ´ObrigadE pela presença´. "A individualidade de cada pessoa precisa ser respeitada, ela deve se sentir à vontade em um evento produzido por nós, independentemente do gênero com o qual se identifica, ou até mesmo nenhum. É preciso fazer com que cada pessoa perceba sua importância de estar no mundo e de como compartilhar isso, para que possamos criar juntes uma comunidade potente", explica.

Apesar de muitas marcas apoiarem a diversidade e a inclusão, o discurso está longe da realidade. Nas ações de Live Marketing ainda é comum que tudo seja definido apenas com base na verba, parcerias comerciais e predileções. As pessoas convidadas pelas empresas são as últimas a serem consultadas, e na maioria das vezes, nem são consultadas durante a organização dos eventos.

Segundo Ciola, presença, afeto e atitude não são simplesmente tendências, mas os pilares de uma ação de live marketing bem sucedida que não conseguem ser substituídos por mais dinheiro e tecnologia. "É possível fazer diferente e acreditamos na prosperidade sustentável, diversa e inclusiva. Por isso, continuaremos a propor às marcas que conheçam cada vez mais as pessoas que trabalham para elas e que invistam no bem estar de cada uma nos eventos que solicitarem. Continuaremos a sugerir que a alimentação tenha opções veganas e vegetarianas e que as pessoas possam nos dizer quais são suas bebidas favoritas. Continuaremos a perguntar se há pessoas com necessidade especial e/ou com alguma síndrome. Continuaremos insistindo no que acreditamos, porque transformar uma cultura é uma das principais funções da publicidade, do live marketing e de toda pessoa que trabalha com comunicação", destaca.

Fonte: assessoria

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