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Pesquisas
10/04/2008
Eventos médicos em São Paulo batem recorde
Congressos do setor já representam quase 30% do turismo de negócios da cidade e devem injetar R$ 1,5 bilhão na economia local em 2008 De uma coisa os profissionais de medicina não poderão se queixar em 2008. Da falta de oportunidades de conhecer São Paulo. De acordo com o São Paulo Convention & Visitors Bureau, a cidade tem confirmados 181 congressos ligados à área no calendário oficial de eventos neste ano, o que já representa 76% de total de 236 realizados em 2007. O segmento, aliás, equivale a 28% das grandes feiras e congressos em solo paulistano. E, na avaliação da entidade, pode acarretar uma injeção de R$ 1,5 bilhão na economia local. "O turista de eventos gasta, em média, 25% a mais que o de lazer. Porém, os participantes e visitantes dos congressos médicos costumam ficar mais tempo na cidade, até para conhecer a infra-estrutura médica de excelência mundial. Além disso, sabem de nossa programação social em detalhes, o que gera gastos mais elevados", comenta o presidente da entidade, Orlando de Souza. Entre os congressos médicos de 2008, destaque para o XXIV Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo e a  Jornada Paulista de Radiologia, que acontecem simultaneamente no feriado prolongado de primeiro de maio e devem atrair em torno de 15 mil participantes. A agenda prevê também o Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (abril), Congresso Brasileiro de Cosmetologia (maio), XII Congresso Brasileiro de Transplante de Medula Óssea, XXIX Congresso Brasileiro de Homeopatia e IX Congresso Brasileiro de Homeopatia em Odontologia (setembro) e Congresso Brasileiro de Anestesiologia (novembro). A cidade recebe ainda a Hospitalar 2008, em junho, que deve reunir 76 mil visitantes, e o Congresso Científico Internacional de Estética - Estétika 2008, em agosto.   VB
09/04/2008
Mercado de incentivos segue evoluindo, revela pesquisa da AV – Business & Communication
Pesquisa mostra: recorrer aos agentes externos para motivar clientes internos A enquete anual realizada pela terceira vez consecutiva pela AV – Business & Communication de Argentina mostrou resultados interessantes sobre as tendências dos programas de fidelização e terceirização da indústria de incentivos. De acordo com a pesquisa, o mercado de incentivos na América Latina segue evoluindo ano a ano, imersa em mercados em mercados heterogêneos que, geralmente, se caracterizam por sua falta de estabilidade e dificuldade para prever as direções que tomarão em diferentes economias regionais. Dentro desse contexto, a 3ª. Enquete de Incentivos e Motivação na América Latina tenta colocar em números a realidade do dia-a-dia desse mercado.  Este ano, a AV – Business & Communication de Argentina entrevistou mais de 2 mil empresários latino-americanos, com cargos como diretores, CEOs, gerentes comerciais, coordenadores de programas de incentivos, gerentes e responsáveis de recursos humanos, marketing e trade marketing. Foram mais de 100 respostas oriundas da Argentina, Brasil, Uruguai, Chile, Peru, México e Colômbia. Mesmo com diferentes entrevistados em 2006 e 2007, a continuidade do projeto permitiu a realização de uma análise comparativa das tendências nas duas pesquisas mostrando claramente quais são as mudanças que estão acontecendo nas empresas com relação aos programas de incentivo e motivação. Uma das principais características do momento é que as empresas atravessam um nível mundial de alta rotatividade de pessoal. As condições atuais do mercado de trabalho tornam cada vez mais difícil reter os colaboradores de alto potencial, mas também aqueles que rendem pouco. Por isso, a enquete mostrou que as empresas consultadas estão dedicando seus programas de incentivo na força de trabalho interna. Comparando aos dados da enquete realizada em 2006, registrou-se um crescimento na quantidade de empresas que escolheram motivar seus próprios empregados. Embora as equipes de venda continuem sendo os principais destinatários das ações de incentivo e motivação parece estar que parte de sua participação está sendo remanejada para outras áreas, como administração, produção até distribuição. Nesta edição, a AV – Business & Communication de Argentina também quis questionar as razoes que motivaram as empresas a não realizar incentivos com seus empregados. A maioria dos participantes respondeu que não consideram esse tipo de ação necessária, porém chama atenção a porcentagem que não implementam por desconhecimento ou que dizem diretamente não saber qual é a razão. Em contrapartida, as perspectivas quanto ao futuro dos outros programas são muito positivas: 6 de cada 10 entrevistados crêem que é possível implementar ações de incentivos futuramente.No que se refere aos programas de incentivos/fidelização para clientes externos, muitas das tendências registradas na pesquisa estão diretamente relacionas ao que acontece em nível interno. Em primeiro lugar, assim como os programas para os próprios empregados cresceram, diminuíram os dedicados ao público externo. Existem diferentes explicações para este movimento, uma delas é que o budget está mudando de lugar: o dinheiro extra que se destina a motivação dos empregados internos é usado para o que se destinava as campanhas externas. No entanto, se for observado melhor poderão ser descobertos outros motivos por trás destes números. Por exemplo, as áreas que se dirigem aos programas têm variado consideravelmente. Nota-se uma grande diminuição no item “consumidores finais”. Ao mesmo tempo, há incrementos em outras áreas, tais como donos de distribuidoras, atacadistas e franquias. Quanto aos objetivos das ações, a AV – Business & Communication de Argentina descobriu que houve um incremento de mais de 20% no item "fidelizar o cliente/empregado". Concluindo, a tendência é focar mais em quem influi nas vendas, mas não somente premiando-os por faturar mais e sim com o intuito de fidelizar e mantê-los contentes. Trata-se de uma tendência mundial: empregados felizes significa clientes felizes. Mas qual é o melhor jeito de incentivar os empregados? Nesta direção, foram feitas duas perguntas dedicadas aos prêmios escolhidos no momento de reconhecer os melhores desempenhos. As respostas demonstraram que o dinheiro perdeu o valor como ferramenta de incentivo. Outra forma de reconhecimento que continua ocupando o primeiro lugar são as viagens de incentivo. Os destinos não mostraram muitas variações comparado ao ano anterior. O Brasil consolidou-se como o destino favorito para os latino-americanos pelas suas belezas naturais e as facilidades oferecidas pelas redes hoteleiras, como o Club Med, por exemplo. Depois, destacam-se também as Cataradas do Iguaçu, em Foz de Iguaçu, além dos destinos argentinos. Fora da América Latina, a enquete revelou a queda dos Estados Unidos, que devido às restrições para entrada no país, principalmente para turistas latino-americanos, deixaram o destino pouco interessante. Nas mãos dos profissionais Um dos pontos que mais tem mudado diz espeito aos resultados dos anos anteriores: cada vez mais empresas escolhem terceirizar seus programas de incentivos. Em 2006, mais do 85% dos entrevistados disseram realizar suas campanhas de motivação de forma interna. Nesta edição, só 50% optou por essa opção, a outra metade disse preferir confiar, principalmente, nas agências de marketing de incentivos ou de marketing promocional. A pesquisa completa, em espanhol, pode ser visualizada através do link http://www.av-buscom.com.ar/news_febrero08_especial/febrero08_especial.html.
09/04/2008
Eventos médicos em São Paulo batem recorde
Congressos do setor já representam quase 30% do turismo de negócios da cidade e devem injetar R$ 1,5 bilhão na economia local em 2008   De uma coisa os profissionais de medicina não poderão se queixar em 2008. Da falta de oportunidades de conhecer São Paulo. De acordo com o São Paulo Convention & Visitors Bureau, a cidade tem confirmados 181 congressos ligados à área no calendário oficial de eventos neste ano, o que já representa 76% de total de 236 realizados em 2007.   O segmento, aliás, equivale a 28% das grandes feiras e congressos em solo paulistano. E, na avaliação da entidade, pode acarretar uma injeção de R$ 1,5 bilhão na economia local. "O turista de eventos gasta, em média, 25% a mais que o de lazer. Porém, os participantes e visitantes dos congressos médicos costumam ficar mais tempo na cidade, até para conhecer a infra-estrutura médica de excelência mundial. Além disso, sabem de nossa programação social em detalhes, o que gera gastos mais elevados", comenta o presidente da entidade, Orlando de Souza.   Entre os congressos médicos de 2008, destaque para o XXIV Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo e a 38ª Jornada Paulista de Radiologia, que acontecem simultaneamente no feriado prolongado de 1º de maio e devem atrair em torno de 15 mil participantes.   A agenda prevê também o 35º Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (abril), 22º Congresso Brasileiro de Cosmetologia (maio), XII Congresso Brasileiro de Transplante de Medula Óssea, XXIX Congresso Brasileiro de Homeopatia e IX Congresso Brasileiro de Homeopatia em Odontologia (setembro) e 55º Congresso Brasileiro de Anestesiologia (novembro). A cidade recebe ainda a Hospitalar 2008, em junho, que deve reunir 76 mil visitantes, e o 16º Congresso Científico Internacional de Estética - Estétika 2008, em agosto.   VB
02/04/2008
Custos de viagens coorporativas aumentam em 2008
Os custos de viagens coorporativas continuarão subindo em 2008. Segundo o American Express Global Business Travel Forecast, o aumento estimado é de 6% e vai ultrapassar a inflação geral, prevista para ser de 2,3% no próximo ano, segundo estudos da National Association for Business Economics. O lado positivo é que o aumento médio de 6% nos custos das viagens cooporativas é o menor aumento projetado dos últimos 4 anos. Segundo o estudo a AMEX, o custo médio de uma viagem domestica de negócios – incluindo custos de tarifa aérea, hospedagem e locação e veículo – aumentará 6% em 2008, para US$ 1,110. o Custo médio de uma viagem internacional de negócio aumentará 7%, para US$ 3,171.
19/03/2008
Fórum: Brasil é líder mundial de acesso a internet
O diretor de vendas da Google aponta a nova tendência do mercado:a pesquisa de pacotes de viagens pela internet Segundo pesquisa realizada pelo Google, o Brasil é o país que mais acessa a internet. No ano de 2007, foram aproximadamente 39 milhões de usuários na rede, e espera-se que 2008 a marca chegue a 48 milhões. No ranking dos países que mais acessam a rede de computadores, o Brasil tem a 4º classificação, como o país que possui maior número de computadores do mundo, só vindo atrás de Estados Unidos, Japão e China. A pesquisa também aponta que a internet é um importante canal de avaliação para consulta de produtos de viagens, o significa que este usuário dedica muito tempo em  pesquisa, e coleta informações na rede. Cerca de 72% dos entrevistados passam entre 30 minutos e 8 horas on-line, pesquisando todos os tipos de serviços, inclusive aquisição de viagem. As 98% das aquisições envolve pesquisas, e em média, cada pesquisa on-line realizada com produtos de viagens tem 60% de chance de se tornar uma compra. Para Andréas Huettner, diretor de vendas da Google, e responsável pelo mercado de turismo, os brasileiros tem buscado produtos e serviços de viagens na web."Pelo menos 62% dos entrevistados compraram produtos ou serviços de viagem on-line nos últimos 6 meses. Os produtos mais adquiridos on-line foram passagens aéreas, hospedagem e pacotes de viagem", salienta Andréas. Um fato surpreendente, e que mais motiva os representantes do Google, é saber que o brasileiro passa muitas horas navegando na internet. São em média 21 horas por mês conectados na rede, a exemplo o site youtube (site de músicas), onde cada pessoa passa em média 18 minutos ao dia. A pesquisa também aponta para uma realidade já existente no país:os anúncios de empresas on-line."Este anúncios potencializam o efeito de busca, que são a terceira fonte mais usada por usuário para aquisições de compras, especificamente de produtos de viagem. Das pessoas que buscam essa aquisição, cerca de 16% tem  intenção de compra",completa Andréas. O Google é o mecanismo de busca mais popular do Brasil, atingindo mais de 82% dos usuários da internet no país, com mais de 697 milhões de visitas, e 28 milhões de páginas visitadas por mês.
29/02/2008
Pesquisa revela perfil do turista de eventos em Pernambuco
O Recife Convention & Visitors Bureau (Recife CVB) e as Faculdades Integradas do Recife (FIR) apresentam um panorama do cenário do turismo de negócios em Pernambuco a partir da coleta de dados da pesquisa do Perfil sócio-econômico do turista de eventos, com entrevistas junto a 750 pessoas em 2007. No ano passado, o Estado recebeu 419.250 visitantes, sendo 215 mil turistas de eventos e 204.250 acompanhantes, que juntos provocaram uma injeção na economia de R$ 548 milhões.   Dos turistas de eventos, 49% são do Nordeste, 31% do Sudeste, 7% do Centro-Oeste e 5% do Sul. De acordo com o presidente do Recife CVB, José Otávio Meira Lins, o aumento do fluxo de nordestinos reflete a limitação nos vôos enfrentada com a crise aérea nacional. "Investimos na atração do público regional, que se desloca com seus automóveis particulares, e a pesquisa é uma prova que essa estratégia deu certo."   Hoje, a maioria dos turistas ainda chega de avião (60%) contra 64% em 2006. Mas o número de turistas vindos em carro próprio pulou de 14% em 2006 para 25% em 2007. Observou-se também um aumento no número de passageiros da Tam, que pulou de 46% para 48% da preferência.   Manteve-se o número de hospedagens em hotéis, pousadas e flats em 78%, sendo 60% hotel e 16% pousada enquanto 12% dos turistas hospedaram-se na casa de parentes e amigos. O tempo médio de permanência também foi de cinco dias, mesmo índice do ano anterior.
22/02/2008
SP: Turismo no Carnaval arrecadou mais de R$ 41 mi para a cidade
Acaba de sair o resultado da pesquisa "Perfil do Turista no Sambódromo de São Paulo" feita durante o Carnaval 2008 e coordenada pela São Paulo Turismo (SPTuris). Os números superaram as expectativas. Entre os dados mais surpreendentes, a pesquisa registrou um aumento de 26% no número de turistas em relação ao ano passado, tanto nacionais quanto internacionais, ou 8 pontos percentuais acima das expectativas (que eram de 18%), o que aponta para um total de 29,9 mil pessoas. Esse é o total de visitantes, que vieram para São Paulo durante os desfiles do grupo especial, acesso e campeãs – que reuniram um público de cerca de 105 mil pessoas. O número de estrangeiros aumentou em uma proporção superior a do total de turistas. Do total, 20,79% eram estrangeiros e 79,21% brasileiros. Para se ter uma idéia, entre 2004 e 2008 o número geral de visitantes no sambódromo paulistano subiu 32,5%. Já o de estrangeiros em 2008 foi 136% superior a 2004. A média de permanência dos turistas que vieram à capital para a folia foi a mesma do ano passado: sete dias. Porém os gastos dos turistas aumentaram de R$ 1.151 em 2007 para R$ 1.388 em 2008 (não incluídos custos de hospedagem e transporte para ir e vir à cidade). Isso levou a movimentação financeira a R$ 41,5 milhões este ano, contra pouco menos de R$ 30 milhões no ano passado. Os números superaram as expectativas dos organizadores, que esperavam um incremento de 18% nos valores – o crescimento no capital movimentado pela atividade turística na metrópole durante o Carnaval ultrapassou os 35% em um ano, atentando para o incremento significativo do evento como atração turística.
19/02/2008
Pesquisa aponta satisfação do público com a Sommerbierfest
A Sommerbierfest, uma mostra da Oktoberfest de Blumenau no Verão, conquistou a simpatia do público em 2008, quando foi visitada por mais de 42 mil pessoas, em seis noites realizadas entre janeiro e fevereiro no Setor 1 do Parque Vila Germânica. A pesquisa, realizada pela Secretaria de Comunicação da Prefeitura, aponta que 69% dos 447 entrevistados pretendem voltar à festa no ano que vem. Do total de entrevistados, 71,59% residem em Blumenau, enquanto que 28,41% são turistas. “A coleta de informações demonstra que a festa agrada aos blumenauenses, que são maioria”, observa o secretário de Turismo, Norberto Mette. “O número de turistas, é expressivo, entretanto é preciso aumentar a divulgação junto às operadores do país e exterior, já a partir da metade do ano; e a presença da comunidade local, demonstra que, para o público interno, se trata de uma festa de família, visto que 25,28% conferiram a promoção acompanhados de familiares”, comenta. A pesquisa revela também que 54,59% conheceram a festa este ano. Um índice bastante favorável considerando o empenho da Prefeitura na divulgação do evento, que foi mais intensa nesta edição. Todavia, de acordo com a coleta de dados, 42,95% voltaram à promoção este ano, o que, destaca Norberto Mette, comprova a aceitação da festa já em seu primeiro ano de realização. Segundo a pesquisa, as pessoas tomaram conhecimento da Sommerbierfest através da televisão (168 citações); e por indicação de amigos (146), comprovando a propaganda “boca-a-boca”.  A pesquisa perguntou também se o dia da festa - quinta-feira – agrada o público. Para 48,82% “é a melhor data”; 31,07% preferem outro dia (sendo que sexta-feira é citada por 71 dos entrevistados). Do total, 14,50% se disse indiferente quando ao dia da promoção.
19/02/2008
Pesquisa aponta satisfação do público com a Sommerbierfest
A Sommerbierfest, uma mostra da Oktoberfest de Blumenau no Verão, conquistou a simpatia do público em 2008, quando foi visitada por mais de 42 mil pessoas, em seis noites realizadas entre janeiro e fevereiro no Setor 1 do Parque Vila Germânica. A pesquisa, realizada pela Secretaria de Comunicação da Prefeitura, aponta que 69% dos 447 entrevistados pretendem voltar à festa no ano que vem. Do total de entrevistados, 71,59% residem em Blumenau, enquanto que 28,41% são turistas. “A coleta de informações demonstra que a festa agrada aos blumenauenses, que são maioria”, observa o secretário de Turismo, Norberto Mette. “O número de turistas, é expressivo, entretanto é preciso aumentar a divulgação junto às operadores do país e exterior, já a partir da metade do ano; e a presença da comunidade local, demonstra que, para o público interno, se trata de uma festa de família, visto que 25,28% conferiram a promoção acompanhados de familiares”, comenta. A pesquisa revela também que 54,59% conheceram a festa este ano. Um índice bastante favorável considerando o empenho da Prefeitura na divulgação do evento, que foi mais intensa nesta edição. Todavia, de acordo com a coleta de dados, 42,95% voltaram à promoção este ano, o que, destaca Norberto Mette, comprova a aceitação da festa já em seu primeiro ano de realização. Segundo o levantamento, as pessoas tomaram conhecimento da Sommerbierfest através da televisão (168 citações); e por indicação de amigos (146), comprovando a propaganda “boca-a-boca”.  A pesquisa perguntou também se o dia da festa - quinta-feira – agrada o público. Para 48,82% “é a melhor data”; 31,07% preferem outro dia (sendo que sexta-feira é citada por 71 dos entrevistados). Do total, 14,50% se disse indiferente quando ao dia da promoção.
16/01/2008
Minas Gerais prevê aumento de 55% de turistas no Carnaval
Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Agências de Viagens de Minas Gerais (Abav-MG) estima que o Carnaval nas cidades históricas vai atrair cerca de 500 mil turistas ao Estado, um número 55% maior em relação ao mesmo período do ano passado. Cerca de 35% dos mineiros passarão o feriado em outros Estados.   A pesquisa também revela que o destino preferido dos mineiros no feriadão de Carnaval é a cidade litorânea de Porto Seguro, já que do total de pacotes vendidos até o momento, 70% são para a cidade baiana. “O segundo destino mais procurado pelos mineiros é a cidade do Rio de Janeiro, com 20%”, conta José Maurício de Miranda Gomes, presidente da Abav-MG.   Entre os destinos internacionais mais procurados são Chile e Argentina, que juntos, correspondem a 40% dos pacotes vendidos até o momento. Em seguida, aparecem Londres e Paris, ambos com 30%.
10/01/2008
Pesquisa traçará perfil dos passageiros de cruzeiros em Santos
No último dia 4, foi assinado um convênio entre o Santos e Região Convention & Visitors Bureau e o Instituto Metropolitano de Pesquisas Acadêmicas e Consultoria Técnico-Operacional (Impacto) para a realização do Projeto “Integração dos Cruzeiros Marítimos com o Turismo Regional na Costa da Mata Atlântica” e de uma pesquisa que traçará o perfil dos turistas de navios de cruzeiros que passam pelo porto de Santos.   Segundo a presidente do Bureau, Lúcia Maria Teixeira Furlani os dados revelados na pesquisa servirão como base para nortear o trabalho de diversos segmentos voltados ao turismo. "Teremos uma boa noção do perfil desses turistas para que possamos melhor atendê-los apresentando a região como um destino consolidado e pronto para recebê-los", afirmou Lúcia.   Já o presidente do Impacto, Paulo Alexandre Barbosa, ressalta que a pesquisa ajudará na identificação do perfil socioeconômico do turista que passa pelo Porto de Santos nos embarques e desembarques do terminal santista. "O estudo nos trará informações precisas sobre o turista de cruzeiros, possibilitando conhecer as impressões e expectativas dessas pessoas em relação à nossa região".
21/12/2007
Santos e Região CVB e Instituto Impacto traçam perfil do turista de cruzeiros
O Santos e Região Convention & Visitors Bureau e o Instituto Impacto assinam no dia 4 de janeiro um convênio para o desenvolvimento do projeto "Integração dos Cruzeiros Marítimos com o Turismo Regional na Costa da Mata Atlântica". Na ocasião, será lançado a Pesquisa com os Turistas de Cruzeiros Marítimos, coordenada pela Nese-Unisanta. A cerimônia começa às 10h30 no Salão de Atos da universidade.   Serviço Endereço: Rua Oswaldo Cruz, 277, Bloco M. 3º andar
20/12/2007
Editora Senac SP lança versão em português de "Turismo, o Negócio da Felicidade"
Best-seller na Espanha, o livro de Josep Chias, Turismo, o Negócio da Felicidade - Desenvolvimento e marketing turístico de países, regiões, lugares e cidades, chega ao Brasil pela Editora Senac São Paulo. O autor atua na direção de planos de marketing turístico há mais de 20 anos. Entre seus trabalhos destaca-se o processo que transformou Barcelona em um destino desejado em todo o mundo. Durante o lançamento, que ocorreu no início do mês, na Livraria Cultura, em São Paulo.   O livro se baseia em como lidar com a expectativa principal do turista: desfrutar a felicidade no destino eleito. A partir deste princípio, em linguagem acessível, a obra expõe idéias que norteiam a elaboração de planos turísticos tanto de recuperação como valorização de pontos. Os capítulos abordam desde a identificação dos recursos do local, como o patrimônio cultural e natural, acessibilidade, rede hoteleira, transportes, e sua transformação em produtos, até a definição da estratégia e sua operacionalização, definição de marca (com inúmeros exemplos), orçamentos, patrocínios e parcerias.   Entre os temas tratados, a obra aborda a importância de saber definir os tipos de plano, as formas de pesquisa e levantamento de dados sobre a realidade turística do local, além de como saber lidar com cada recurso presente, como patrimônios históricos, ruínas, bens naturais, a cultura da população. Ele ressalta a importância de se considerar a imagem que os visitantes já têm de um local, os estereótipos e imagens pré-concebidas que cultivam.   “O livro chega ao Brasil no momento em que o turismo encontra-se em uma encruzilhada e terá de decidir se quer ser um vetor de crescimento sustentável ou se consolidar como mais uma atividade extrativista e predatória”, afirma Caco de Paula, diretor do núcleo de turismo da Editora Abril e responsável pela apresentação do livro.   ServiçoTurismo, o Negócio da FelicidadeAutor: Josep ChiasEdição: Editora Senac São PauloPreço: R$ 45,00Número de páginas: 230
19/12/2007
Turistas que visitaram o Brasil em 2006 querem voltar, mostra pesquisa
Os resultados da Demanda Turística Internacional 2006, pesquisa com 27 mil turistas estrangeiros em 27 pontos de entrada no país – e em quatro etapas de coleta de dados (alta, média, média-baixa e baixa estações) – revelaram o perfil do visitante internacional em passagem pelo Brasil. O estudo mostrou, entre outros aspectos, que 96% dos turistas que vieram ao Brasil no ano passado desejam voltar ao país para uma nova visita. A pesquisa apontou também que 65,8% dos visitantes entrevistados já estiveram antes no Brasil.   O grau de satisfação dos estrangeiros em visita ao país é alto, 84,2% tiveram sua expectativa em relação à viagem atendida plenamente ou superada. Os dados são da Demanda Turística Internacional 2006, pesquisa encomendada pela Embratur à Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), e foram divulgados hoje (18), em entrevista coletiva, pela ministra do Turismo, Marta Suplicy, e a presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Jeanine Pires.   O estudo demonstrou também que o gasto médio per capita para turistas em viagens de negócios é mais que o dobro do que visitantes que vêm ao país a lazer. Em 2006, os turistas que vieram ao Brasil a negócio, ou para participar de convenções e eventos, gastaram, em média, US$ 165,14 por dia, enquanto os que vieram a lazer deixaram no país US$ 73,53.   De acordo com a Demanda Turística Internacional, esses turistas permanecem por aproximadamente 18,19 dias no país. Estimados 44,1% dos estrangeiros vem ao Brasil em viagens de lazer, 28,1% para negócios, eventos e convenções, 24,4% visitar amigos e parentes, 1,5 % vem estudar no país e 1,9% visita o país por outros motivos que incluem visitas a amigos e familiares.   Segundo Marta Suplicy, o turista que visita o Brasil se ‘fideliza’ ao destino. “Quem vem a trabalho acaba gostando e volta, posteriormente, com a família”, disse. “Estes índices são balizadores do quanto as pessoas estão gostando do país”, reiterou Jeanine Pires. A ministra também comemorou a posição brasileira no ranking dos países que mais sediam eventos no mundo. “Houve um grande salto, saímos da 21ª posição em 2002 para a 7ª posição em 2006”. É a primeira vez que o Brasil figura na lista dos dez países que mais sediam eventos e convenções no mundo.   Para Jeanine Pires, é preciso diversificar os destinos conhecidos pelo turista estrangeiro. “A Embratur faz um esforço para mostrar além dos grandes ícones, outros destinos também”.   Os estrangeiros entrevistados avaliaram positivamente a infra-estrutura básica e turística brasileira. Os itens melhor avaliados são serviço de táxi (89,7%), transporte público (83%) e telecomunicações (78,8%), seguidos por limpeza pública (78,3%), segurança pública (76,8%) e sinalização turística (74,6%). Os aeroportos foram avaliados positivamente por 85,9% dos entrevistados.   O perfil do turista em visita ao Brasil mostra um visitante com instrução superior (49,2%). 25,2% tem de 32 a 40 anos, 23,9% de 41 a 50 anos, 20,8% de 25 a 31 anos, 12,4% de 51 a 59 anos, 9,2% de 18 a 24 anos e apenas 8,5% tem acima de 60 anos.   Em 2006, 5.018.991 turistas estrangeiros visitaram o Brasil. Os principais países emissores de turistas para o Brasil foram: Argentina, Estados Unidos, Portugal, Itália e Uruguai. A ministra do Turismo enfatizou que o turismo é uma atividade com grande rentabilidade. Para ela, “o Brasil é um país que pode gerar muita receita proveniente da atividade turística”. A Receita oriunda da entrada de turistas estrangeiros, segundo o Banco Central, foi de US$ 4,316 bilhões em 2006 . A previsão para 2007 é de que estes gastos fiquem entre US$ 4,9 e US$ 5 bilhões. No ano passado, 6.367.179 foram contabilizados desembarques internacionais. Para 2007, a previsão é superar desempenho de 2006.   Fonte: Ascom MTur/Embratur
01/12/2007
BSH: Senac faz levantamento sobre condo-resorts no Brasil
Entre os painéis realizados ontem, último dia da 11ª Brazilian Hospitality Investment Conference, em São Paulo, a Prof. Ana Maria Biselli, do Senac, apresentou detalhes de uma pesquisa inédita sobre condo-resorts realizada pela instituição.   “Esta primeira pesquisa, desenvolvida por um grupo de professores e alunos, procurou explorar o conceito que o mercado tem a respeito dos condo-resorts. Enviamos 64 questionários para operadoras hoteleiras, entidades e investidores e obtemos um retorno de 30% deles”, detalha Ana Maria.   Foram abordados os seguintes tópicos no levantamento: vantagens e desvantagens desse tipo de complexo, as melhores oportunidades para investimento, segmentos potenciais e perspectivas para o mercado.   Entre as vantagens apontadas pela pesquisadora está a maior valorização do produto, pois é um mix entre hotel e resort; rentabilidade e menor risco para o investidor; boa fonte de receita para operadoras hoteleiras; e flexibilidade de uso. No campo das desvantagens está a dificuldade de relacionamento entre investidores e operadoras; identificação de parceiros adequados; e a sofisticação do empreendimento.   As regiões do Brasil que mais receberão esses complexos de uso misto são  Nordeste, Sul e Sudeste. Nessas duas, o foco será a demanda interna, na outra para turistas de outros Estados e do exterior. O público formado pelo turismo de massa e o GLS serão pontos fortes a serem atingidos nesse mercado.   “O cenário apontado pela pesquisa é bastante otimista, mas como todo investimento é preciso um pouco de cautela, principalmente na questão da superoferta, que poderá ser um ponto crítico desse negócio”, pondera Biselli. Para a próxima pesquisa, a professora adianta que será comparado o desempenho de um condo-resort e um resort.
01/10/2007
Lidem divulga pesquisa sobre discriminação no ambiente de trabalho
O Lidem – Grupo de Mulheres Líderes Empresariais, liderado por Chieko Aoki, presidente da rede Blue Tree Hotels, que conta com a participação de 56 executivas, realizou pesquisa com 60 mulheres de 32 grandes empresas em que foi identificado que as executivas do alto escalão não se sentem discriminadas no ambiente de trabalho.   Executivas de empresas como Accenture, Banco Real, Bovespa, Fiesp, Full Jazz, HP, HSBC, Magazine Luiza, Nivea, Ponto Frio, Telefônica, Ticket Serviços e UPS foram ouvidas durante o workshop “Sustentabilidade: Negócios e Comunicação na Berlinda”, ocorrido no último dia 26 de outubro.   Segundo 22% das convidadas, o maior desafio é conciliar vida pessoal e profissional, o que, muitas vezes, acaba por restringir desenvolvimento da carreira profissional. Já na opinião de 19%, os critérios de promoção privilegiam os homens nas empresas.
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