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publicado em 18 de novembro de 2020 - 17h44

Medidas recentes das companhias aéreas aumentam a segurança de todos durante a viagem

Estudos de Harvard, da IATA e do Departamento de Defesa dos Estados Unidos atestam: as medidas recentes das companhias aéreas aumentam A segurança de todos durante a viagem.

Da Redação
 Bloqueio de assentos, exigência do uso de máscara e um amplo sistema de limpeza estão entre asiniciativas implementadas pelas companhias e consideradas altamente eficazes

Um número crescente de pesquisas independentes demonstra a eficácia das ações tomadas pela Delta e outras empresas aéreas norte-americanas para manter os passageiros e funcionários protegidos durante a pandemia.

No início da pandemia de COVID-19, a Delta consultou os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, a Organização Mundial da Saúde e outros especialistas para definir as melhores práticas para manter os funcionários e clientes seguros nos aeroportos e a bordo das aeronaves.

Nos meses que se seguiram, a companhia fez parceria com profissionais da Mayo Clinic, Emory University, Lysol e Purell para implementar medidas de proteção altamente efetivas, incluindo o bloqueio dos assentos do meio, a exigência de uso de máscara a bordo, um programa abrangente de testagem de funcionários e um amplo sistema de limpeza.

Agora, vários estudos independentes validaram a eficácia dessas iniciativas, que juntas formam o Delta CareStandard (Padrão Delta de Atendimento*), programa líder do setor aéreo.

Confira resumo de algumas das pesquisas mais recentes sobre a segurança das viagens aéreas durante a pandemia:

ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA T.H. CHAN DA UNIVERSIDADE DE HARVARD

Neste estudo, o mais abrangente até o momento, Harvard concluiu que a abordagem em diferentes níveis que a Delta e a maioria das outras companhias aéreas dos Estados Unidos adotaram para se proteger contra o vírus resulta em um risco de transmissão muito baixo durante as viagens aéreas.

“A possibilidade de contágio por COVID-19 a bordo das aeronaves [é] inferior à de outras atividades de rotina durante a pandemia, como fazer compras numa mercearia ou comer fora”, atestaram os pesquisadores de Harvard. “Adotar essas estratégias de mitigação de risco em níveis requer conformidade do passageiro e da companhia aérea [mas isso] ajudará a garantir que as viagens aéreas sejam tão ou substancialmente mais seguras do que os programas do dia a dia que as pessoas realizam nesses tempos”.

O relatório conclui que o uso universal de máscaras faciais, protocolos de limpeza cuidadosos e sistemas avançados de ventilação e filtragem oferecem proteção significativa contra a COVID-19, reduzindo a níveis mínimos o risco de transmissão em um avião. Leia o estudo.

Em um boletim técnico anterior que precedeu o estudo final de Harvard, os especialistas sugeriram que o uso universal de máscaras em ambientes como o das aeronaves pode reduzir o risco de infecção por partículas respiratórias para menos de 1%. Leia o boletim.

ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE TRANSPORTE AÉREO (IATA, na sigla em inglês)

Em 2020, houve 44 casos de COVID-19 relatados em que se acredita que a contaminação esteja associada a uma viagem de avião, a maioria durante os primeiros meses da pandemia, informou a IATA, uma organização, com sede em Genebra (Suíça), dedicada a promover e proteger o setor aéreo. Durante esse período, cerca de 1,2 bilhão de passageiros viajaram.

“O risco de um passageiro contrair COVID-19 a bordo parece muito baixo”, escreveu o médico e conselheiro da IATA nesse assunto, David Powell. “Com apenas 44 casos potenciais identificados de transmissão relacionada a voos entre 1,2 bilhão de viajantes, há um registro para cada

27 milhões de viajantes. Reconhecemos que isso pode ser uma subestimativa, mas mesmo se 90% das ocorrências não fossem relatadas, seria um caso para cada 2,7 milhões de passageiros. Achamos que esses números são extremamente tranquilizadores”.

“Além disso, a maioria dos registros publicados ocorreu antes que o uso de coberturas faciais durante o voo se generalizasse”. Leia o relatório da IATA.

DEPARTAMENTO DE DEFESA DOS ESTADOS UNIDOS

De acordo com um estudo recente conduzido para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o ar em aviões comerciais é mais seguro do que o ar que circula nas residências ou nas salas de cirurgia dos hospitais.

Após testar dois tipos de aeronaves, a análise atribuiu os altos índices de troca de ar, uso de filtros HEPA e sistemas de ventilação descendente com uma redução de 99,7% no no risco de transmissão do novo coronavírus por meio do ar a bordo. “Os aviões 767 e 777 removeram partículas 15 vezes mais rápido do que uma casa e cinco a seis vezes mais rápido do que as especificações recomendadas para as operações de hospitais modernos ou salas de isolamento de pacientes”, diz o relatório.

O foco da Delta em manter o ar a bordo limpo e seguro é uma medida fundamental de proteção. O ar nas aeronaves da companhia é completamente renovado de 10 a 30 vezes por hora com ar externo ou com o ar que foi recirculado por filtros HEPA de nível industrial, que extraem mais de 99,99% das partículas, incluindo vírus. Leia o relatório.

RELACIONADO: Veja um panorama completo de todas as medidas adotadas pela Delta para garantir a segurança a bordo.

As informações em português também estão aqui. E, para ficar a par de todas as novidades da Delta, clique aqui.


Fonte: Assessoria

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