Gestão Estratégica (e Holística) de Viagens e Eventos Corporativos
Fernão Loureiro
Quer você acredite que consiga fazer uma coisa ou não, você está certo.
Henry Ford
11
fevereiro
2021

2021: O Ano do Expense Management e da Mobilidade Urbana nas Gestões de Viagens Corporativas

escrito por Fernão Loureiro

Meus caros,

Tá tudo estranho, tá tudo esquisito…. mas não faz nem 1 ano que essa bagunça começou pra valer. Nossos avós viveram 6 anos de Segunda Guerra Mundial e nossos bisavós viveram 4 anos de Primeira Guerra e 3 anos de Gripe Espanhola.

O que eu quero dizer com isso? Que daqui um tempo, a gente vai olhar pra trás e falar: ah, a Pandemia? Lembro sim daquela época. Quanto tempo durou mesmo? 1 ano?

Mas enquanto não passa, deixa eu escrever sobre as 2 grandes tendências em 2021 para Viagens & Despesas Corporativas.

Galera, é o seguinte. Na minha opinião, este ano é o ano em que reduziremos, e muito, as prestações de contas realizadas com adiantamento de recursos da empresa, cartões corporativos e cartões de crédito pessoais. São tantas despesas, feitas por tantos colaboradores, que é inacreditável que em 2021 muitos ainda prestem contas com folhas-sulfite, cola Pritt e Excel (refeições, acesso a internet, pedágios, meios de hospedagem, cafezinhos, estacionamentos, brindes, contas pequenas e até o IOF e variação cambial das viagens internacionais).

É o ano que muitas empresas integrarão prestações de contas dos funcionários em viagem/deslocamento aos seus ERPs de maneira automatizada, com integração diária com seus cartões de crédito, alocação correta de centros de custos, contas contábeis, departamentos e projetos, permitindo à Contabilidade menor nebulosidade nas análises, e consequentemente, melhor reporte de resultados ao Board, Conselho de Administração e Investidores.

É o ano em que contas contábeis não se reduzirão ao famoso “Outros”, e com isso, permitirão maior transparência e menor risco de fraudes e desperdícios de recursos, ainda mais em período tão desafiador de escassez financeira.

Isso para mim é tendência – que vejo em clientes da minha empresa mas também em várias organizações compradoras de serviços de viagens corporativas. Tem o que fazer em Aéreo, Hospedagem e Locação? Tem, mas é pouco e neste momento menos relevante do que amarrar o resto do processo. O pacote/categoria de Viagens Corporativas vai MUITO além deste tripé!

E a Mobilidade Urbana?

Bem, além de entrar no assunto acima, da Gestão de Despesas (Expense Management), a Mobilidade ganha ainda mais relevância por ser uma seara pouco ou MAL explorada por grande parte das empresas – mas principalmente porque os viajantes/representantes comerciais/colaboradores em trânsito estão usando menos os aviões para se locomover, dando mais espaço aos veículos – alugados, próprios, de aplicativos ou empresas de transporte privado (transfers).

Note que em ambos assuntos não falamos apenas de VIAJANTES. Despesas e Mobilidade são geradas muitas vezes por um morador de São Paulo, dentro de São Paulo, a serviço de sua empresa.

Concluindo: da mesma maneira que olhamos para motivos de viagem no Aéreo, valor gasto por aprovador, centro de custos ou por departamentos, ou que conciliamos recibos com os relatórios, a Mobilidade Urbana pode e deve ser auditada (ainda que por amostras) e gerenciada mais cuidadosamente. Isto é gerar valor através da função de Gestor – é ir além do esperado ????

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