Live Marketing e a Vida ao Vivo
Tony Coelho
"As melhores coisas da vida são invisíveis. É por isso que nós fechamos nossos olhos quando nos beijamos, dormimos e sonhamos."
Cazuza
02
abril
2020

A hora e a vez das hienas

escrito por Tony Coelho

A hora e a vez das hienas

O que se apresenta, mais que um vírus, são os caráteres.

Não apenas dos políticos, sempre em conluio para seus interesses; dos meios de Comunicação, mais interessados em si mesmos e em suas dívidas e anunciantes que nos seus clientes; de Associações preocupadas e manter poder (pode isso, nesses dias?); de aproveitadores que vendem soluções efêmeras, se valendo da dor dos outros; de governantes em brigas políticas que fingem ser de ética e preocupação... e outros.

Mentem, todos mentem.

Somos salvos por textos lúcidos e claros como o do Rodrigo aqui no Portal, do Dil, da Andréa, do Bayard, da Vanessa, do Serginho e de tantos outros que buscam, na sinceridade de suas palavras, amenizar, apontar saídas ou esclarecer de fato.

As mais humanas das atividades, o Turismo e o Eventos parecem sofrer com o descaso de leigos.

Foram os eventos as primeiras manifestações que uniram homens na Idade da Pedra para celebrar dentro das cavernas conquista, eventos indoor, e datas especiais, como a volta do Sol, eventos outdoor.

Como muitos desses eventos outdoor de alguns grupos ganharam notoriedade dos grupos próximos, foram tornando-se atrativos a estes, que começaram a se acostumar a migrar para eles e viver um grande encontro. Olha o Turismo aí.

Quando tudo isso for se normalizando, teremos sede de reencontros, de Festas, de conteúdos, de belezas e lazer conjuntos. E precisamos de ajuda para estarmos vivos (nos dois sentidos), para poder dar conta da demanda que virá.

Bem verdade que tudo será diferente e eu já crio para isso.

Adaptei minha palestra Gentologia aos dias de hoje, crio hibridamente e estou a criar no conceito que denomino humanotologia digital. O novo bom pode ser resgatar o óbvio.

Voltando às hienas, elas estão por aí, valorizando Bancos e Investimentos.

Mas, se não houver gente e cadeia produtiva viva, morrerão de fome.

E nós, que hoje parecemos ser a parte mais fraca, sobreviveremos às lágrimas. Não vendendo lenço, mas oferecendo destinos inesquecíveis e alegria com sorrisos... e Festas.

Por que não?

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