Live Marketing e a Vida ao Vivo
Tony Coelho
"As melhores coisas da vida são invisíveis. É por isso que nós fechamos nossos olhos quando nos beijamos, dormimos e sonhamos."
Cazuza
28
maio
2018

É muita areia pro nosso caminhão. Ou não?

escrito por Tony Coelho

É muita areia pro nosso caminhão. Ou não?

Brilhante matéria do Portal, ressaltou, há dias, sobre os impactos da paralisação dos caminhoneiros sobre a área de eventos e turismo. Leia: https://www.revistaeventos.com.br/Entidades/Reflexos-da-greve-no-setor-de-Eventos-e-Turismo/44992

Mais que relato, a matéria mostra as razões que nos levaram ao problema, tanto no contexto histórico, quanto no que deixamos, nós do mercado, de fazer e participar.

Há uma questão importante quanto às seguradoras, para aqueles que, seguindo os procedimentos corretos, fizeram seguro de seus eventos (somente a esses nos dirigimos, portanto, visto que os outros ou são piratas, ou tolos, ou ingênuos ou não sabem como fazer eventos, uma vez que sem seguro e ambulância a nos garantir, eu não faço). Elas vão pagar os prejuízos dos organizadores?

Entendo que sim, pois, no caso, também entendo não haver greve, já que não foi anunciada, portanto fora de possibilidade de termos plano B, e não haver, no início, reivindicações de pauta dos caminhoneiros, mas de pauta nacional e mais dos donos de frota.

Bom, o fato é que, a partir, do relato de Associações, Agências e profissionais das áreas de Eventos e Turismo, dando conta de uma centena de cancelamentos, transferências e desistências, no show mesmo, que se danem as Agências, a matéria foi brilhantemente realizada.

Não pode ser assim, no que diz respeito a ônus para agências, afinal, não houve erro, imprudência ou falha delas, mas fato anormal que pegou o mais profissional dos profissionais de surpresa.

Troquemos, pois as datas, senhores clientes e não imputemos a quem não tem culpa nenhuma a responsabilidade de todo problema. Dividamo-a. Mesmo porque, como fazer, se tudo que chega a um evento, inclusive os participantes, depende das estradas, num País que não se preparou para nada, mormente com ferrovias, por exemplo.

Aproveitemos, nós do trade, para nos unirmos no nosso caminhãozinho, transformando-o num bólido, na defesa conjunta aos nossos mais legítimos pleitos.

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