Live Marketing e a Vida ao Vivo
Tony Coelho
"As melhores coisas da vida são invisíveis. É por isso que nós fechamos nossos olhos quando nos beijamos, dormimos e sonhamos."
Cazuza
10
agosto
2016

Quem faz diferença na hora do Show?

escrito por Tony Coelho

Houve um tempo em que se dizia: Como serão os Jogos no Rio???...

Houve quem, ufanamente, desse gritos e loas... Houve quem, raivosamente, gritasse: Não vai ter Copa – Opa, errei – Não vão ter Jogos...

E houve quem nada falasse, por mais que falasse, porque trazia aos textos palavras que não eram suas ou eram vazias.

E os Jogos vieram.

Eu me posicionei, desde o início, em favor do Rio, cidade querida em que vivo, e em favor das Agências de Live Marketing, e do próprio Live Marketing, por que delas vivo.

Asseverei, sem medo, que as únicas coisas que poderiam salvar os Jogos eram os atletas brasileiros, os cariocas e sua incrível vocação para fazer festa da festa e receber bem as pessoas e as nossas Agências e profissionais de Live Marketing.

E não errei em nada. No que dependeu do governo e da organização dos Jogos foi só problema, mas, no que dependeu deles, de quem falei, foi só solução e brilho.

O que seria do Boulevard, esse lindo monumento de concreto, se não fossem as interferências, ações e entretenimento colocados lá pelo pessoal da GAEL, do meu amigo Gaetano Lops?

Gaetano, incansável, trouxe pra si a obrigação de criar o mais fantástico, novo e “duca” point da cidade, onde nos faz ir ao céu, pra observar o mar e ouvir o cantar de artistas, pra assistir e torcer, interagir e viver experiências que nos fazem esquecer qualquer coisa que não dá certo.

E o que foi a abertura dos Jogos? Que brilho de luz foi aquele que sacudiu nosso orgulho profissional?

Sob o comando da carioquíssima SRCOM, comandada por Flavio Machado, Sheila Roza, PC e o grande, enorme, mestre Abel Gomes, a Agência mais Live da Cidade reuniu monstros sagrados como Andrucha, Daniela Thomas, Fernando Meirelles, e eles, com um décimo do que gastou Danny Boyle em Londres, fizeram um espetáculo brilhante.

Mas quase todo mundo apagou o nome de Abel Gomes dos créditos. A mídia preferiu dar cor aos nomes de quem, merecidamente por sinal, está no dia-a-dia das manchetes ou se insinua no universo das câmeras e flashs.

Abel nunca foi assim, nunca precisou de luz para brilhar, pois sempre teve brilho próprio. Nunca precisou da mídia para se fazer conhecido, seu trabalho falou por ele, desde quando esse português mais carioca que existe trabalhou de graça no Catete para aprender a ser designer.

Venceu pelo talento, pela inspiração, pela intensa procura da solução cenográfica, pela total percepção da importância do público. A Árvore da Lagoa, o Réveillon de Copacabana, as aberturas dos Jogos Militares e a parte referente ao Rio, no encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres já falavam por ele.

Abel venceu outra vez, mais ainda porque venceu em silêncio, dando crédito a todos, dividindo méritos, sendo amado e unanimidade no mercado carioca. Não há quem ouse falar mal dele, porque vai se arrepender.

Abel e Gaetano, hoje de volta ao Rio, honram o Live Marketing carioca, os criativos da cidade, que muitos achavam caídos, honram uma Escola de criação Publicitária e de Live de primeira linha que volta sorridente à primeira página.

Honram o Live Marketing nacional, mesmo porque fantásticas Agências de São Paulo e outros estados aqui estão ajudando a fazer os melhores Jogos Olímpicos de todos os tempos.

O carioca faz festa e abraça a Cidade, fazendo inveja aos apólogos do seu fim, fazendo turistas incorporarem o espírito do sorriso, do papo, da alegria, da torcida e da vitória, mesmo na derrota.

Aí, vem o ouro da Cidade de Deus, da menina que Deus colocou na vida da gente pra dizer: vai, que dá, não espere pelos Prefeitos, Governadores e presidentes, vai lá e lute. Por nós, pela cidade, por você, mas lute. E ela, de ouro que era, ganhou um bem grande para colocar no peito e lavou nossa alma. Que se dane se não ganharmos outros. Esse é nosso. Esse é seu Rafa.

E o ruim fica para eles, os arrogantes, colocados em lugares de destaque, como se profissionais fossem, para ganhar dinheiro e só fazerem besteiras. Falta água, comida, o chão cede, tem curto circuito, as filas são enormes, algumas filas sequer existem, o atendimento é péssimo, a segurança... hã... Tudo isso, pra sorte desses caras por dois meses sumiu.

O que vai ficar são nossos melhores momentos pro mundo. São nossos melhores momentos Live, Live Marketing, porque #somoslivemkt, porque somos verdadeiros e sabemos fazer ao vivo. Porque somos profissionais. Porque somos e temos os melhores criativos e produtores de norte a sul.

Porque a nossa vocação é realizar Parintins, a Festa das Cores, o maior São João do mundo, um Planeta Atlântida, o Rock in Rio, um Viradão Cultural, Tomorrowland, Formula 1, Oktuberfest, Carnaval de Salvador, do Rio e de São Paulo, Comida de Boteco e Réveillon... e se você não entendeu, nem se orgulhou, saiba que nem coloquei Congressos, Feiras e Eventos de tirar o fôlego.

Ainda acho que o ruim da história existe. Mas os nomes dos responsáveis todo mundo sabe e em outubro o povo que trate de dar a volta.

Por enquanto, a gente se deleita e agradece ao Live marketing, às Agências de Live marketing, aos criativos, produtores, ao povo, aos atletas brasileiros e faz a Ola... uuuuuhhhhhuuu, porque o Rio de Janeiro continua lindo.

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