Live Marketing e a Vida ao Vivo
Tony Coelho
"As melhores coisas da vida são invisíveis. É por isso que nós fechamos nossos olhos quando nos beijamos, dormimos e sonhamos."
Cazuza
22
maio
2016

Vamos em frente.

escrito por Tony Coelho

Vamos em frente. Esqueça essa gente.

Já começam a chover perguntas pra mim de como fica o mercado com o impeachment. Como ficamos nós. Gente querendo saber o que vai acontecer a partir de agora...

Eu até sentei diante de minha bola de cristal, que me ajuda sempre em momentos graves na busca de saídas, mas até ela está em greve, gente. Disse-me ela, a bola de cristal, que tem sindicato e que eles estão em greve pelo golpe.

Ou seja, isso é grave.

Bom, sem a bola, eu aposto que... deixa eu ver... muda, muda o Ministério e o presidente. De resto, muda pouco. Quem era governo, agora é oposição e tudo que pedia e implorava em termos apoio e união “vai pro saco”, porque “pimenta nos olhos dos outros é refresco”.

O enxugamento da máquina, tão pleiteado não sei se sai, como também não sei se saem os sanguessugas dos Ministérios, do poder, e das mamatas. A turma do Petrolão saiu, mas a do Furnão acho que não.

Agora, a mídia vai cair de pau no Temer, bola da vez, e se o dólar não cair e a bolsa subir, alguém vai descer a rampa rolando.

Mas, peraí...

A crise mudou de governo, de presidente, de mão?

Não, porque a crise é nossa. Nós permitimos que ela existisse. Por ação ou omissão.

Nossa a crise é real, mas é mais moral que de fraqueza de nação.

Os culpados dela estão espalhados em vários lugares, especialmente entre nós, que escolhemos mal pra caramba governantes e deputados. Lembra? Escolhemos os caras ridículos que votaram por Deus, pela família, pela dignidade, pelo... sei lá. E o nosso voto pra eles, foi dado por quê?

Filhos do País concurseiro, onde, desde cedo, ensinamos nossos meninos e meninas a acreditaram que nasceram para fazer prova e concurso: pro Banco do Brasil, pra Polícia federal, pro Ministério disso e daquilo. E pra quê?

Para mudarem o País, se qualificarem profissionalmente, empreenderem internamente, mudando as Instituições, mudarem a gestão e buscando uma carreira consistente para ajudar o País e as pessoas? Não!

Nós os ensinamos a fazer concurso e passar para esses órgãos, qualquer um deles, para serem “estáveis”, não perderem seu emprego, viverem do horário burocrático e atenderem feito robôs.

E o que gente que age assim muda num País? O que gente assim faz quando tem crise, a não ser esperar o salário no fim do mês ou a aposentadoria?

E quando há o confronto da qualidade x custo em qualquer serviço, ou quando uma nova regra ou Lei que não nos favorece é sancionada, o que falamos? O que fazemos?

Escolha rápido entre UBER ou Táxi? Estabilidade ou crescimento? Competência ou paternalismo?

Sempre optamos por quem nos protege ou promete proteger ou nos dar algo. Pelo politicamente correto, pra não ficar mal. Por quê?

Com base nisso, amamos quem gera um País pagador de benesses, esquecendo que pra ser pagador ele tem que ser recebedor de grandes recursos. Se não... dá no que deu.

Como fechar a equação, se temos milhares de funcionários públicos e a maioria, não todos claro, não está nem aí para produtividade, excelência, competitividade ou empreendedorismo. e um monte de bolsas, privilégios e benesses, alguns até justos, a pagar? A conta não fecha. Quem paga? Quem pedala? Quem rala? Hein?

Somos o País pagador. Mas não “Pagador de Promessas” ou dívidas. As promessas e dívidas sempre são mentiras. Daí, crise.

Mas por que não empreendemos? Por que não fazermos o dinheiro, o que escondemos, protegemos e seguramos até virar pó - eu, você, os empresários e as empresas, em outros Países, no Banco improdutivo, no travesseiros... -, girar? Por que ele não vira produto, serviço, micro-empresa, ação empreendedora individual, ação que gere um emprego que seja?

Se fizéssemos isso, a crise diminuiria. Não adianta esperar nada de governo algum. A não ser que você lembre muito bem em quem votou em 2012 e 2014 e saiba como cobrá-los (endereço, telefone, atividade, onde fica, escritório...). Salvo isso, eles são nomes de si mesmos, e não são nossos, advogam para si mesmos.

Esqueça os governos, esqueça os nomes, esqueça as bandeiras dos Partidos, quase nenhuma, ou nenhuma, delas nos representa.

Sejamos governos de nós mesmos, com planejamento de vida que contemple o outro. Vamos vender. Vendas são possíveis. Vamos fazer Promoção, vamos pro PDV, chegar junto no Trade, gerar ações de incentivo e movimentar nossa rua, nossos amigos, nosso bairro, cidade, estado e o País. A crise não resiste à união de gente. Alemanha e Japão explicam o que falo.

Sejam nossos nomes os nomes que valem a pena. E vamos criar nossas bandeiras e lema.

A minha bandeira e os meus lemas são as palavras e os textos: o empreendedorismo, a produção, a criação, a assessoria, a venda, o marketing, a crença na gente.. gente é o que vale sempre.

Não sei o que vai acontecer, mas sei o que vou fazer acontecer. Vou em frente. Gruda na gente.

Ah, estou convencendo minha bola a brilhar.

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