Trip & Soul
Marco Aurélio Moura
Costumo responder, normalmente, a quem me pergunta a razão das minhas viagens: que sei muito bem daquilo que fujo, e não aquilo que procuro
Michel de Montaigne
26
setembro
2002

Viajando no aprendizado

Quando o stress bate o melhor remédio é mesmo darum tempo e, se possível fazer uma viagem, curta que seja ou, até, através deum filme. Tem vários que podem nos levar a um encontro com nosso passado eresolver várias pendências.

Se você é daqueles que curte conhecimento, que tal viajar através de um curso – culinária sempre é bom, história da arte vai acrescentar assuntos que sempre estão em pauta. Tecnologia? Por que não, hoje as mídias sociais estão aí mais fortes que nunca. Enfim, o importante e se dar prazer.

Nessa busca, esteja com a mente aberta. Independente de idade podemos encontrar algo que nunca passou pela nossa cabeça. Aconteceu isso comigo. Resolvi, com mais de meio século de vida, fazer um curso de DJ. Sim! A melhor surpresa é que fui bem recebido pela garotada que está ali em busca de uma profissão e de compartilhar seus gostos musicais. Agora já me entendi como o “DJ Tiozão”.

No decorrer do curso muita coisa mudou na minha formação. O linguajar que a garotada usa fui adaptando ao meu modo de vida e a troca vai dando certo quando a minha bagagem de vivência vai acrescentando novos conhecimentos aos meus pares.

Assim, duas vezes por semana busco esta viagem. Além de muita informação, momentos de sorriso aberto com a música e a troca de experiência sempre vai movimentando a vida. Quando lembro da frase “é preciso sair da caixinha e tentar algo novo”, posso afirmar que dá resultado. Fácil não é, mas o prazer em fazer algo diferente, conhecer novas tribos e se sentir rejuvenescido para a vida é o melhor dos resultados. “Saia da caixinha” – vale à pena

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