Vendo do mundo os segredos escondidos
Sergio Junqueira Arantes
Os casos vi que os rudes marinheiros, Que têm por mestra a longa experiência, Contam por certos sempre e verdadeiros, Julgando as coisas só pela aparência, E que os que têm juízos mais inteiros, Que só por puro engenho e por ciência, Veem do mundo os segredos escondidos, Julgam por falsos, ou mal entendidos
Camões, Lusíadas, Canto V
09
abril
2009

Simone Saccoman: Quando a melhor defesa é o Ataque

Em sua edição 113, que circulou em 30 de março de 2009, a Eventos News veiculou editorial assinado por mim em que abordei a questão da participação brasileira durante a COCAL 2009 e a ausência da Abeoc Nacional durante a mesma.

Foi um editorial, aberto a todos os leitores da Eventos News, constituídos em sua maioria por gestores, promotores e organizadores de eventos, prestadores de serviço e dirigentes do trade de eventos e turismo de negócios. Publicado de forma clara e transparente, para público diretamente interessado ou afetado pelas políticas desenvolvidas por nossos entes governamentais e pelas entidades que definem e defendem os interesses de toda cadeia produtiva setorial.

Esta semana, a Presidente da Abeoc Nacional encaminhou a seus associados um “ESCLARECIMENTO” (reproduzido na íntegra abaixo). Apesar de não termos sido copiados, associados revoltados com seu teor, nos encaminharam cópia do mesmo. Antes de entrar no mérito do “Esclarecimento”, gostaria de fazer uma ressalva para a atitude da Presidente, que ao invés de responder abertamente ao meu Editorial, propiciando, no mínimo, um diálogo construtivo para todos os nossos leitores, interessados, e, direta ou indiretamente, afetados pelas decisões e posições de todas as entidades que compõem a Indústria Brasileira de Eventos, preferiu fazê-lo de forma mesquinha e rasteira, fazendo ataques e calúnias em mensagem restrita a poucos, taxada inclusive de “confidencial”. Não é a primeira vez, nem será a última vez que a referida Presidente age de tal forma, soltando seus petardos, atacando a honra alheia, sem o conhecimento e o direito de defesa de quem é achincalhado.

Mas, como diz o ditado, quem tem amigos, tem tudo. E vários me propiciaram este direito de resposta.

Simone Saccoman Marques abre seu “Esclarecimento” afirmando: “Esta comunicação visa esclarecer aos associados Abeoc, qualquer duvida ou má interpretação causada pela forma como nossa entidade fora (sic) citada em matéria publicada no ultimo dia 20 em um veículo online, abaixo transcrito. O editor não apurou a veracidade dos fatos antes de publicá-los... Fato que comprova a usual parcialidade política do veiculo, que diferente das demais mídias especializadas, as quais tem tido papel fundamental no desenvolvimento do turismo de negócios e trabalham engajadas com todos os agentes econômicos do mercado através de ações, eventos e principalmente, da publicação de noticias de fatos relevantes do setor, sem emitir opinião, intuir posicionamentos ou interpretar situações, independente de interesses comerciais, políticos ou diferença de opiniões”.

Vamos dividir o boi em partes. Primeiro, senhora Simone, uma pequena aula de jornalismo: Editorial, na definição do Dicionário Aurélio: “2.- Artigo que exprime a opinião do órgão, em geral escrito pelo redator-chefe, e publicado com destaque”. Editorial é diferente de matéria. No primeiro, o veículo de comunicação exprime sua opinião ou análise, sobre determinado fato ou assunto. No segundo, faz-se uma apuração dos fatos, abre-se o contraditório, ouvem-se ambos os lados, e reporta-se o corrido. De forma balanceada e isenta. Totalmente dentro dos padrões de todas as matérias veiculadas por quaisquer dos veículos da EVENTOS EXPO EDITORA. Opinar, escrever editoriais é um direito do veículo, de seu editor. E recriminar ou tentar evitar veiculação do mesmo é CENSURA. Mal do qual nós brasileiros, Graças a Deus, nos livramos há mais de 20 anos.

Mas há ainda aqueles que acreditam nos métodos ditatoriais. Na censura. No cerceamento do direito de resposta. Que acreditam e utilizam qualquer meio ou ferramenta para atingir seus objetivos de poder e grandeza.

Ao contrário do que afirma a Presidente, nossos veículos não são os únicos no trade a ter editoriais, a exprimir a sua opinião sobre este ou aquele assunto. A favor ou contra. Todos praticam o bom jornalismo. E, claro, isto é democrático.

A referida Presidente de entidade acusa ainda este editor de viés político, de nossos veículos possuírem “usual parcialidade política”. Mentira. Desafio a senhora Simone Saccoman Marques a comprovar a veiculação de qualquer matéria de viés político em qualquer de nossos veículos. Este editor possui suas opiniões políticas e profissionais, mas elas são pessoais e intransferíveis. Verbalizadas, explicitadas por escrito, mas intransferíveis. Uma coisa é o homem, outra a sua criação. Como cidadão sempre expressei minhas opiniões de forma aberta e transparente, sem máscaras. Nunca às escondidas ou sorrateiramente. E, enquanto me restar ar nos pulmões, continuarei a fazê-lo.  Porém, como jornalista e empresário sempre prezei pela ética da prática do bom jornalismo. E não admito que ninguém, muito menos a senhora (logo a senhora) me venha afirmar o contrário. Que prove o que afirmou. Que apresente uma linha publicada em meus veículos que prove o que diz.

E já que o ataque da senhora Simone Saccomam foi direto e pessoal a mim, o resto de minha resposta segue na mesma toada. Se minha opinião não estava clara antes, fica agora. Meu posicionamento não é dirigido à Abeoc Nacional, nem à sua diretoria, nem às Abeoc Regionais e muito menos aos seus associados. É dirigido à senhora, Simone Saccomam Marques, e a sua capacidade (ou a sua falta) de liderança à frente de uma entidade de grande importância na economia e tradicional na política setorial como a Abeoc Nacional.

E o seu “Esclarecimento” me deu a certeza do acerto de minhas posições em relação a sua capacidade de liderança. A senhora afirma que a direção da Abeoc Nacional possui uma visão diferente do modelo de trabalho da Cocal, e que em sua primeira gestão decidiu participar por mais um biênio da gestão da referida entidade, e que, apesar dos avanços conquistados neste período, como seus objetivos, ou pontos de vista, não foram 100% aceitos, decidiu se retirar ostensivamente da COCAL.

Esta postura comprova sua tendência a ações ditatoriais (ou aceitam meu ponto de vista ou aceitam meu ponto vista!) e antidemocráticas. Uma entidade como a Cocal reúne interesses de entidades e países diversos, com opiniões diversas e contrárias, tais como num Congresso. E há que se ter espírito democrático para se propor mudanças e lutar por elas. E não abandonar a liça ao primeiro sinal de resistência.

Mostra ainda a falta de capacidade da Presidente em exercer a liderança que a Abeoc Nacional sempre teve dentro da Cocal. Ou isto, ou o modelo de trabalho sugerido não é tão bom e foi rechaçado. Se o projeto é bom e a liderança é forte, o objetivo não tarda a ser alcançado. Resumindo: espírito democrático e capacidade de liderança. Isto torna um dirigente capaz de bem representar os interesses de seus associados.

Mas, o mais grave é que a senhora diz que acredita num novo projeto para a Cocal, que tentou “por mais um biênio” implantá-lo... Ora, a senhora não conhece a Cocal, a senhora nunca participou da Cocal, nem quando tinha obrigação na condição da Presidente da Abeoc Nacional. A senhora omitiu-se de exercer pessoalmente a sua liderança (se é que a tem) e defender o seu modelo de gestão/administração para a entidade. Delegou a tarefa. Empurrou a responsabilidade. Deixou de exercer a sua “liderança natural” como presidente da Abeoc Nacional dentro da Cocal. E depois fica atirando pedras.

Volto a afirmar: seu “Esclarecimento” mostra muito de sua personalidade e caráter. Em mais uma atitude pusilânime, ataca e denigre a imagem de antigos dirigentes da Abeoc Nacional (“O ultimo congresso realizado no Brasil em 2003, nas cidades de Curitiba/Foz, deixou para a Abeoc um prejuízo financeiro e um ônus imensurável. Até hoje não conseguimos resgatar a representatividade da estadual Paraná, além disso, custou aos cofres da nacional mais de US$6.500”), e da atual gestão da Cocal (“o modelo COCAL não atende estas expectativas e, investir ou apoiar práticas que beneficiam e enaltecem uma minoria, que precisam do cargo para sustentar seus negócios ou empregos...”). Apropria-se do trabalho alheio (“Em agosto/2008, tivemos um grupo de organizadores de eventos do Brasil no evento anual promovido pela AOCA da Argentina, em missão organizada pela Abeoc Nacional em parceira com a Estadual SP”). Desmerece o trabalho de outras entidades de trade que vêm realizando trabalho semelhante no exterior, tais como Ubrafe e Ampro (“A Embratur... tem o apoio e a participação continua da ABEOC que junto com os CVBs é a única entidade do Conselho Nacional de Turismo que...mantém há mais de 5 anos...”). Não tenho procuração para defender nem uns, e nem outros. Mas abro espaço para que os mesmos se manifestem, de forma democrática.

Finalizando, quanto à sua afirmação “e, ainda temos que nos ocupar em responder posicionamentos que são totalmente incompatíveis com atual realidade social e econômica”, reafirmo ser meu direito opinar. E vou mais longe. Como jornalista, é minha obrigação questionar. E como dirigente, é sua obrigação responder. Mesmo que, mesquinhamente, de forma velada, apenas para os associados da entidade.

O longo “Esclarecimento” merecia outras ponderações e contestações, mas esta resposta já se faz longa e não quero abusar da paciência dos leitores. Mas, dentre todas as afirmações da senhora Simone, destacamos: “nesta edição de 2009 na Costa Rica, a Argentina esteve representada apenas por uma funcionária da entidade. Também não tinham delegações do Peru, do Equador ou da Bolívia, e como sempre o Brasil teve a maior delegação, 10 participantes, fatos omitidos na matéria”. MENTIRA! A COCAL 2009 contou com a participação de 220 congressistas, de 19 países da América Latina, inclusive do Peru e do Equador, sendo a maior delegação, a da Colômbia com 14 participantes, seguida pela Argentina com 13 e o Uruguai com 9. O Brasil contou com apenas 8 participantes, nenhum da Abeoc.

Se a senhora ficou preocupada com o tempo perdido respondendo ao meu Editorial, reserve bastante espaço em sua agenda, pois continuarei aqui. Firme e vigilante. Opinativo e com minha caneta em riste. Defendendo os meus pontos de vista, defendendo os legítimos interesses de toda cadeia produtiva dos eventos e do turismo, e denunciando os desmandos, quando flagrados. É claro, sempre democraticamente.

Sergio Junqueira Arantes
Sergio@ExpoEditora.com.br
Diretor do Portal Eventos e das revistas Eventos e Making Of
Titular da Cadeira 1, da Academia Brasileira de Eventos
Vice-presidente da ANETUR - Associação Nacional dos Editores de Turismo
Member MPI Brazil Chapter - Meetings Professionals International

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São Paulo, 30 de março de 2009. 

Esta comunicação visa esclarecer aos associados ABEOC, qualquer duvida  ou má interpretação causada pela forma como nossa entidade fora citada em matéria publicada no ultimo dia 20 em um veiculo online, abaixo transcrito. O editor não apurou a veracidade dos fatos antes de publicá-los e colocou a imagem da ABEOC de forma denegrida perante a EMBRATUR e varias outras entidades nacionais e internacionais.  Fato que comprova a usual parcialidade política do veiculo, que diferente das demais mídias especializadas, as quais tem tido papel fundamental no desenvolvimento do turismo de negócios e trabalham engajadas com todos os agentes econômicos do mercado através de ações, eventos e principalmente, da publicação de noticias de fatos relevantes do setor, sem emitir opinião, intuir posicionamentos ou interpretar situações, independente de interesses comerciais, políticos ou diferença de opiniões.

A participação e apoio a COCAL (Confederación de Entidades Organizadoras de Congresos y Afines de America Latina), da qual ABEOC é uma das fundadoras e se mantém membro filiada junto a mais 14 países latino-americanos, fora colocada sem embasamento nos fatos. Por esta razão, descrevemos abaixo o histórico, em resumo:

1.      O histórico da COCAL onde as dificuldades se sobrepõem aos objetivos da entidade e explicam a falta de projetos, benefícios e serviços para as associações membros levaram a ABEOC a avaliar o custo x beneficio de participar da comissão diretiva da entidade, a partir de 2006.   Analisamos e decidimos em respeito a tradição e a importância do mercado brasileiro de eventos na respectiva entidade,  participar de mais uma gestão para averiguar como poderíamos contribuir para o mudar o modelo da entidade que já não atendia as expectativas do Brasil.  Posto isto, a atual gestão ABEOC participou da diretoria COCAL 2006-2007, tendo Daniel Reyes – nosso diretor de relações internacionais– como um dos vice-presidentes, Juarez Carvalho Filho no cargo de pro secretario e Regina Noronha e Simone Saccoman como membros suplentes do conselho fiscal, o que pode ser verificado no site  www.cocal.org,

2.      Apesar das iniciativas promovidas por essa gestão de 2006-2007 liderada por nossa colega da Colômbia - Sofía Aristizábal Duque, não foi possível promover todas as mudanças necessárias, em função da resistência de antigas lideranças que insistem em se manter representantes e participar da COCAL, e com muita polêmica, conseguimos alterar o estatuto, adequando algumas praticas que  já não se aplicavam a realidade do mercado atual.

3.       A única forma de comunicação da Cocal com seus associados é o site www.cocal.org, o qual não tem atualização periódica e apenas hospeda o banner do congresso anual. O evento da COCAL por falta de modelo e recursos, tem tido dificuldades para atrair os próprios associados dos países filiados a entidade. Nesta edição de 2009 na Costa Rica, nossa parceira Aoca (Argentina) esteve representada apenas por uma funcionária da entidade. Também não tinham delegações do Peru, do Equador, ou da Bolívia, e como sempre o Brasil teve a maior delegação, 10 participantes, fatos omitidos na matéria.

4.        Mesmo a frente de varias gestões seja na vice-presidência ou presidência desde o inicio da COCAL, a ABEOC não obteve retorno efetivo de sua participação, então também  decidimos não sediar outra edição do evento COCAL, ate que mudem o modelo de administração da entidade.O ultimo congresso realizado no Brasil em 2003, nas cidades de Curitiba/Foz, deixou para a ABEOC um prejuízo financeiro e um ônus imensurável. Até hoje não conseguimos resgatar a representatividade da estadual Paraná, alem disso, custou aos cofres da nacional mais de US$6.500 (pois, a contrapartida para a entidade afiliada que coloca seu país como sede do evento é de US$5.000 para o caixa da COCAL, independente do resultado do evento);

5.       Apesar de decidir não participar da gestão atual da COCAL, a ABEOC continua dando apoio ao congresso anual da entidade, tanto é, que o convite para a palestra da EMBRATUR no Cocal 2009 de Costa Rica, e a respectiva confirmação da palestra do Sr. Marcelo Pedroso, que provavelmente por impossibilidade de comparecer, pediu a Maria Katavatis para bem representá-lo foi feito pela ABEOC, conforme comprovado na troca de e-mails copiada abaixo, fato desconhecido ou ignorado pelo editor da matéria em questão que elogia a participação da EMBRATUR, sem saber que a mesma se deu através de convite ABEOC.

6.       A EMBRATUR tem a missão de divulgar e promover o Brasil no mercado internacional e tem o apoio e a participação continua da ABEOC que junto com os CVBs, é a única entidade do Conselho Nacional do Turismo que junto com os CVBs mantém há mais de 5 anos, acordo de cooperação para promoção e captação de eventos internacionais, fato contraditório as colocações do editor naquela matéria. 

7.       A  atual gestão ABEOC é composta por mais de 40 empresários organizadores de eventos que estão no exercício dos cargos de diretores e presidentes das ABEOCs Estaduais e da Nacional, e buscam continuamente  o fortalecimento econômico do mercado de turismo de eventos brasileiro e benefícios para as mais de 480 empresas associadas, iniciativas inerentes e prioritárias às atividades de uma entidade de classe e, todas as questões são amplamente debatidas e decididas por consenso da maioria nas reuniões realizadas trimestralmente.  

Por isso, após analisar o custo x beneficio COCAL, o perfil de negócios e os atuais interesses das empresas associadas, preferimos colocar em pratica o PROGRAMA MISSÕES INTERNACIONAIS que tem o apoio da EMBRATUR, da CBCVB e prioriza a oportunidade para os associados conhecerem o mercado internacional para gerar novas experiências e negócios.   E já realizamos 2 missões internacionais desde o ano passado:

·         Em agosto/2008, tivemos um grupo de organizadores de eventos do Brasil no evento anual promovido pela AOCA da Argentina, em missão organizada pela ABEOC Nacional em parceira com a Estadual SP. Desta participação surgiu a necessidade de formalizarmos um acordo de cooperação com nossos colegas argentinos, o qual fora assinado e prevê o intercâmbio de informações e benefícios comuns aos associados dos 2 países. Durante a estada do grupo foram realizadas varias reuniões de negócios e uma de nossas associadas trouxe  na bagagem – um evento captado para o Brasil para realizar na sua cidade e no seu equipamento, e isso sim é relevante!

·         Em janeiro/2009, 3 representantes da diretoria ABEOC estiveram na BTL e no congresso Expoeventos de Portugal, com o apoio da CBCVB e da EMBRATUR. Proferimos 2 palestras sobre o mercado brasileiro de eventos a colegas de Portugal e de outros países da Europa. Tivemos a oportunidade de conhecer lideranças de entidades européias e iniciar  negociação para acordos de cooperação que permitam a troca de informações e visem a padronização do mercado em nível internacional e, obviamente com foco em ações que aumentem a visibilidade do Brasil como destino de eventos e permita parcerias de negócios entre as empresas de eventos européias e brasileiras, e isso sim é relevante! 

Queremos pertencer a uma associação latino americana forte, que represente o mercado de eventos de todo o continente com políticas e ações equivalentes as demais entidades internacionais, e o modelo COCAL não atende estas expectativas e, investir ou apoiar praticas que beneficiam e enaltecem uma minoria, que precisam do cargo para sustentar seus negócios ou empregos, e não se atualizam nem na estratégia política de combater seus opositores, não faz parte dos princípios e valores da atual gestão ABEOC que se vale de resultados para atestar que está na DIREÇÃO certa.

Vivemos num mundo globalizado que tem um novo modelo econômico que somado aos impactos de uma crise internacional que reverbera gradativamente na economia nacional , e talvez nos traga mudanças sociais e culturais irreversíveis, nos exigindo cada vez mais dedicação e, ainda temos que nos ocupar em responder posicionamentos que são totalmente incompatíveis com atual realidade social e econômica. Obviamente, respeitamos o histórico, pois foram os agentes e colaboradores deste passado que nos trouxeram até aqui, mas não podemos ficar só enaltecendo o passado, premiando e reconhecendo méritos com simbolismos que não trazem resultados palpáveis para as empresas de eventos.onde o associativismo é comprovadamente uma alavanca para aumentar a velocidade do desenvolvimento social, integrar empresas e a cadeia produtiva de um setor,  

Agradecemos a atenção e ficamos a disposição das empresas associadas, entidades e instituições parceiras para informação adicional, sugestões e criticas construtivas que agreguem valor ao trabalho da atual gestão.

Em nome do conselho administrativo, subscrevemo-nos,

Cordialmente, 

Simone Saccoman Marques

Presidente
 

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