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publicado em 28 de fevereiro de 2018 - 17h 2

Unidades de conservação registram recorde de visitantes em 2017

Estudo do ICMBio revela que mais de 10 milhões de pessoas visitaram as unidades de conservação no último ano.

Apontadas como um dos principais diferencias do Brasil em relação aos demais destinos turísticos internacionais, as unidades de conservação registraram um salto de 20% no número de visitantes em 2017 na comparação com o ano anterior. De acordo com dados apresentados em primeira mão pelo presidente do ICMBio, Ricardo Soavinski, 10,73 milhões de pessoas visitaram atrativos naturais sob a gestão do instituto.

“Temos um enorme potencial a desenvolver nessa área. Somos considerados o número um do mundo em atrativos naturais e precisamos explorar melhor esse nosso diferencial sempre de forma sustentável”, comentou o ministro do Turismo, Marx Beltrão. De acordo com o estudo de competitividade no turismo do Fórum Econômico Mundial, entre 136 países avaliados, o Brasil ocupa a primeira colocação no quesito atrativos naturais.

“É preciso entender que, para desenvolver o turismo nas unidades de conservação, precisamos primeiro criar condições de o turista chegar até elas por meio de estradas e aeroportos, mas nem sempre temos essa infraestrutura”, afirmou Soavinski. O presidente do ICMBio sustentou que a entidade tem se fortalecido e a criação de um fundo com recursos de compensações ambientais criado por Medida Provisória vai ajudar na estruturação e abertura dos parques. Atualmente, o ICMBio estuda a viabilidade de concessões dos serviços públicos em 18 parques nacionais.

Para Pedro Passos, presidente do Conselho de Administração da Natura e fundador do Semeia, apesar de ter registrado aumento nas visitações das unidades de conservação, o Brasil precisa avançar muito mais. “Enquanto agora passamos dos 10 milhões de visitantes, os EUA registram mais de 300 milhões”, comentou Pedro Passos.

O editor da entidade do terceiro setor e idealizador do Wikiparques, Eduardo Pegurier, também traçou um paralelo entre parques nacionais e dos EUA. “Mesmo se computarmos as distorções do câmbio e o tamanho da população, vamos perceber que os nossos parques nacionais estão muito aquém do potencial de visitação”, afirmou. Ele ressaltou que a visitação ajuda, inclusive, na preservação das espécies. “As áreas de visitação são mínimas se comparadas com o tamanho total dos parques e o faturamento ajuda no desenvolvimento de pesquisas e preservação das fauna e flora”, comentou.

Também participaram do painel sobre o desenvolvimento sustentável do turismo nos parques, o presidente do Grupo Cataratas do Iguaçu SA, Bruno Marques, e o idealizador da transcarioca, Pedro Cunha Menezes. O painel fez parte do evento Mais Turismo, Mais Emprego e Renda promovido pelo jornal O Globo, em parceria com o Ministério do Turismo.

Fonte: Assessoria

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