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Agências de Eventos
publicado em 10 de janeiro de 2019 - 18h50

Mini Meeting em alta no segmento corporativo

Aumento de 30% é condizente com resultado da pesquisa "O Mercado de Eventos" da Revista Eventos. Segundo Mateus Passos, 95% dos clientes já adotaram a estratégia.

A Tour House, empresa de soluções customizadas em viagens corporativas, eventos e incentivos, divulgou hoje um aumento de 30% na demanda por mini meetings na comparação com 2016 – ano em que a estratégia começou a ser empregada para os clientes da agência.

A informação é condizente com o resultado da pesquisa "O Mercado de Eventos", publicada na Revista Eventos n. 85, que indicou que nos próximos anos os Pequenos Eventos crescerão 72,63% (24,21% indicaram que permaneceram igual e apenas 3,16% que diminuirão). A pesquisa também indicou que os Médios Eventos crescerão 48,42% (sendo que 47,37% indicaram que a quantidade de Médios Eventos permanecerá inalterada).

Os mini meetings são eventos corporativos de pequeno porte, que, devido ao foco regional e menor número de profissionais mobilizados, oferecem mais agilidade na transmissão da informação, economia financeira e de tempo. Contextualizados com o cenário econômico, esses fatores tornaram o modelo ainda mais convidativo. Atualmente, 95% dos clientes da Tour House já trabalham com a estratégia, especialmente dos segmentos alimentício, bancário, varejista e de saúde. Cerca de 9,75% do faturamento da divisão de eventos da empresa já advém desse formato.

Anteriormente, para que companhias do setor de saúde apresentassem um lançamento, experimento científico ou demonstrações de novas técnicas, um grande número de profissionais era acionado e o orçamento previsto era elevado, mesmo se o anúncio não fosse tão impactante. Os mini meetings foram concebidos para complementar o leque de opções estratégicas de acordo com o tamanho e, até mesmo, a urgência da ação”, revela o diretor de eventos Mateus Passos.

Mas de acordo com Passos, a motivação financeira não é mais relevante para as empresas que optam por esse modelo. “Para a classe médica, por exemplo, o que conta é a possibilidade de o conhecimento ser obtido de maneira mais rápida”, argumenta.

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