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Tony Coelho
"As melhores coisas da vida são invisíveis. É por isso que nós fechamos nossos olhos quando nos beijamos, dormimos e sonhamos."
Cazuza
15
abril
2019

Páscoa e Viagens

escrito por Tony Coelho

Páscoa e Viagens

Nessa semana de Páscoa, pretendo falar de viagens e valores.

Iniciada no Domingo de Ramos, data que, simbolicamente, festeja a entrada do viajante Jesus, em Jerusalém, aclamado e aplaudido pelo público, reflitamos .

“Os ramos significam a vitória: “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”. Os ramos indicavam os filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica.

Nesses nossos tempos difíceis, os ramos sagrados que levamos para nossas casas, após a Missa, lembram que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.” Segundo o Professor Felipe Aquino, do programa Escola de Fé da TV Canção Nova

Essa recepção se deveu a ideia do povo de que Jesus era o Messias esperado, pois vinha da Ressurreição de Lázaro. Mas ele era um viajante que trazia boa nova. Quem a queria?

Na segunda-feira santa, Maria unge Jesus com perfume, numa recepção experiencial ao viajante e é repreendida por Judas. Na terça, Jesus anuncia a traição de um dos 12 apóstolos e a negação de Pedro; na quarta, Jesus confirma a traição de Judas Iscariotes; na quinta, institui a Eucaristia e a ordem Sacerdotal, na sexta, é crucificado, no sábado, desce ao inferno e triunfa sobre a morte, é dia da Vigília Pascoal e, no domingo, ele renasce, confirmando o triunfo sobre a morte.

Temos uma semana de reflexões e símbolos que bem devíamos perceber.

Quantas vezes não recebemos pessoas e queremos que elas sejam e se portem como a idealizamos e não como são?

Quantas vezes propomos recepção calorosa e diferenciada e somos criticados?

Traídos e negados, dividimos, na ceia, nosso pão e somos crucificados por gente que achávamos nos amar?

E quantas e quantas vezes damos a volta por cima e, qual Fênix, renascemos das cinzas e comemoramos esse renascimento, com brindes?

Pois bem. Esse é um símbolo da vida que vivemos.

Em tempos de tragédias, perdas, crises, catástrofes e desilusões, que tal luz, reflexão, amor, viagens reencontros e abraços?

Afinal, somos todos viajores nesse mundo, fazendo turismo de vida no tempo.

Insisto que o turismo propõe encontros e reencontros com sonhos, pessoas e lugares.

E nessa Semana Santa te ofereço meu texto como ovo colorido de um renascimento... e de uma viagem.