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Pesquisas
19/12/2007
Turistas que visitaram o Brasil em 2006 querem voltar, mostra pesquisa
Os resultados da Demanda Turística Internacional 2006, pesquisa com 27 mil turistas estrangeiros em 27 pontos de entrada no país – e em quatro etapas de coleta de dados (alta, média, média-baixa e baixa estações) – revelaram o perfil do visitante internacional em passagem pelo Brasil. O estudo mostrou, entre outros aspectos, que 96% dos turistas que vieram ao Brasil no ano passado desejam voltar ao país para uma nova visita. A pesquisa apontou também que 65,8% dos visitantes entrevistados já estiveram antes no Brasil.   O grau de satisfação dos estrangeiros em visita ao país é alto, 84,2% tiveram sua expectativa em relação à viagem atendida plenamente ou superada. Os dados são da Demanda Turística Internacional 2006, pesquisa encomendada pela Embratur à Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), e foram divulgados hoje (18), em entrevista coletiva, pela ministra do Turismo, Marta Suplicy, e a presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Jeanine Pires.   O estudo demonstrou também que o gasto médio per capita para turistas em viagens de negócios é mais que o dobro do que visitantes que vêm ao país a lazer. Em 2006, os turistas que vieram ao Brasil a negócio, ou para participar de convenções e eventos, gastaram, em média, US$ 165,14 por dia, enquanto os que vieram a lazer deixaram no país US$ 73,53.   De acordo com a Demanda Turística Internacional, esses turistas permanecem por aproximadamente 18,19 dias no país. Estimados 44,1% dos estrangeiros vem ao Brasil em viagens de lazer, 28,1% para negócios, eventos e convenções, 24,4% visitar amigos e parentes, 1,5 % vem estudar no país e 1,9% visita o país por outros motivos que incluem visitas a amigos e familiares.   Segundo Marta Suplicy, o turista que visita o Brasil se ‘fideliza’ ao destino. “Quem vem a trabalho acaba gostando e volta, posteriormente, com a família”, disse. “Estes índices são balizadores do quanto as pessoas estão gostando do país”, reiterou Jeanine Pires. A ministra também comemorou a posição brasileira no ranking dos países que mais sediam eventos no mundo. “Houve um grande salto, saímos da 21ª posição em 2002 para a 7ª posição em 2006”. É a primeira vez que o Brasil figura na lista dos dez países que mais sediam eventos e convenções no mundo.   Para Jeanine Pires, é preciso diversificar os destinos conhecidos pelo turista estrangeiro. “A Embratur faz um esforço para mostrar além dos grandes ícones, outros destinos também”.   Os estrangeiros entrevistados avaliaram positivamente a infra-estrutura básica e turística brasileira. Os itens melhor avaliados são serviço de táxi (89,7%), transporte público (83%) e telecomunicações (78,8%), seguidos por limpeza pública (78,3%), segurança pública (76,8%) e sinalização turística (74,6%). Os aeroportos foram avaliados positivamente por 85,9% dos entrevistados.   O perfil do turista em visita ao Brasil mostra um visitante com instrução superior (49,2%). 25,2% tem de 32 a 40 anos, 23,9% de 41 a 50 anos, 20,8% de 25 a 31 anos, 12,4% de 51 a 59 anos, 9,2% de 18 a 24 anos e apenas 8,5% tem acima de 60 anos.   Em 2006, 5.018.991 turistas estrangeiros visitaram o Brasil. Os principais países emissores de turistas para o Brasil foram: Argentina, Estados Unidos, Portugal, Itália e Uruguai. A ministra do Turismo enfatizou que o turismo é uma atividade com grande rentabilidade. Para ela, “o Brasil é um país que pode gerar muita receita proveniente da atividade turística”. A Receita oriunda da entrada de turistas estrangeiros, segundo o Banco Central, foi de US$ 4,316 bilhões em 2006 . A previsão para 2007 é de que estes gastos fiquem entre US$ 4,9 e US$ 5 bilhões. No ano passado, 6.367.179 foram contabilizados desembarques internacionais. Para 2007, a previsão é superar desempenho de 2006.   Fonte: Ascom MTur/Embratur
01/12/2007
BSH: Senac faz levantamento sobre condo-resorts no Brasil
Entre os painéis realizados ontem, último dia da 11ª Brazilian Hospitality Investment Conference, em São Paulo, a Prof. Ana Maria Biselli, do Senac, apresentou detalhes de uma pesquisa inédita sobre condo-resorts realizada pela instituição.   “Esta primeira pesquisa, desenvolvida por um grupo de professores e alunos, procurou explorar o conceito que o mercado tem a respeito dos condo-resorts. Enviamos 64 questionários para operadoras hoteleiras, entidades e investidores e obtemos um retorno de 30% deles”, detalha Ana Maria.   Foram abordados os seguintes tópicos no levantamento: vantagens e desvantagens desse tipo de complexo, as melhores oportunidades para investimento, segmentos potenciais e perspectivas para o mercado.   Entre as vantagens apontadas pela pesquisadora está a maior valorização do produto, pois é um mix entre hotel e resort; rentabilidade e menor risco para o investidor; boa fonte de receita para operadoras hoteleiras; e flexibilidade de uso. No campo das desvantagens está a dificuldade de relacionamento entre investidores e operadoras; identificação de parceiros adequados; e a sofisticação do empreendimento.   As regiões do Brasil que mais receberão esses complexos de uso misto são  Nordeste, Sul e Sudeste. Nessas duas, o foco será a demanda interna, na outra para turistas de outros Estados e do exterior. O público formado pelo turismo de massa e o GLS serão pontos fortes a serem atingidos nesse mercado.   “O cenário apontado pela pesquisa é bastante otimista, mas como todo investimento é preciso um pouco de cautela, principalmente na questão da superoferta, que poderá ser um ponto crítico desse negócio”, pondera Biselli. Para a próxima pesquisa, a professora adianta que será comparado o desempenho de um condo-resort e um resort.
01/10/2007
Lidem divulga pesquisa sobre discriminação no ambiente de trabalho
O Lidem – Grupo de Mulheres Líderes Empresariais, liderado por Chieko Aoki, presidente da rede Blue Tree Hotels, que conta com a participação de 56 executivas, realizou pesquisa com 60 mulheres de 32 grandes empresas em que foi identificado que as executivas do alto escalão não se sentem discriminadas no ambiente de trabalho.   Executivas de empresas como Accenture, Banco Real, Bovespa, Fiesp, Full Jazz, HP, HSBC, Magazine Luiza, Nivea, Ponto Frio, Telefônica, Ticket Serviços e UPS foram ouvidas durante o workshop “Sustentabilidade: Negócios e Comunicação na Berlinda”, ocorrido no último dia 26 de outubro.   Segundo 22% das convidadas, o maior desafio é conciliar vida pessoal e profissional, o que, muitas vezes, acaba por restringir desenvolvimento da carreira profissional. Já na opinião de 19%, os critérios de promoção privilegiam os homens nas empresas.
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